
/""""""'SIGA
SAUDÁVEL'""""""|'""\\__
| ===MANTENHA-SE LONGE===|_|_|
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DOS PEPINOS ______|_|_| |_]
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Convergência
e avanço
Fico pensando
em algumas dificuldades da vida moderna.
Na semana passada a filha contou que uma
amiga de Sampa perguntou a ela: "como
assim teu pai tem twitter e como assim
ele tem mais seguidores que tu?" Muitas
risadas depois, veio a idéia das
diferenças gritantes entre as gerações
contemporâneas. Afinal, eu cursei
datilografia e mecanografia, especialidades
que vinham desde o tempo da minha vó,
precursora da Escola Datilográfica
Royal, em Niterói, Capital do Rio,
no começo do século 20. Era
através de textos datilografados
na máquina de escrever que ofícios
eram produzidos e divulgados. Documentos
eram redigidos e publicados desta forma
e assim os jornalistas passavam as notícias,
na quantidade de toques específica
e laudas ídem, para a linotipia,
ou para os estúdios.
A maioria
dos pais não têm twitter.
Converso com meus amigos e eles confirmam.
Não têm tempo, não
têm interesse, têm receios.
Logo, as novas gerações se
adonam das redes sociais em proporções
de dependência psicológica,
como se estas fossem suas. Eu mesmo já tomei
nos dedos porque tentei orientar sobre
modos e coisas a não publicar de
determinada forma, pra depois se arrepender,
mas sabe como é...
Minha
primeira desafeta no twitter deu-se por
um desentendimento assim. Uma guria/seguidora
discordou de algo que escrevi e simplesmente
exigiu que eu retirasse o que estava publicado.
Ponderei que ganho a vida escrevendo há 3
décadas e, mesmo na época
da ditadura, os únicos textos censurados
que tive o foram por falta de qualidade.
Jamais por conflito de opinião e
que isso eu não aceito. Faz parte
do conceito de democracia. Não preciso
concordar com sua opinião, mas defendo
o seu direito de a expressar. Foi quando
ela jogou na minha cara que tinha mais
seguidores do que eu, portanto eu deveria
contemporizar. No twitter. Fui obrigado
a lembrar que 6 milhões de seguidores
do Capital Gaúcha, a cada mês,
discordavam dela e eventualmente de mim,
mas não arredavam pé do direito
da informação, nem que fosse
para poder não concordar. Ao que
ela rebateu dizendo que não via
esses 6 milhões. Respondi: "bem,
se sua vida se resume ao twitter..." Ela
publicou algo impublicável, ato
contínuo me deu "unfollow" e
depois "block". Ri muito, mas
aprendi que muita gente dessa geração
não aceita a presença de
quem considera "outsider" nas
redes que consideram suas.
O que falar
das novas tecnologias convergentes então?
Ora, um telefone era fixo e servia pra
falar e ouvir. Agora ele anda no bolso,
faz isso em qualquer parte, ainda faz fotos,
envia as mesmas pra quem quiser e até as
publica na internet. Em segundos se faz
uma reportagem sem precisar ser um jornalista
vinculado à estrutura de um veículo.
A prova está nos mais assistidos
videos do Youtube, normalmente feitos sem
qualquer produção e espontâneos.
Nestes mesmos aparelhos cabem agenda, despertador,
calculadora, relógio, cronômetro,
músicas, videos, previsão
do tempo e tanta coisa mais que a maioria
dos usuários nem quer saber, porque é coisa
demais. Em verdade, neste terceiro mundo
onde vivemos, em muitas regiões
não abrangidas por cobertura 3G,
muitas destas funções não
estão disponíveis e poucos
são os que sentem falta.
Nem bem nos
acostumamos a esses incríveis aparelhinhos
repletos de habilidades, quando o mercado é inundado
por tablets que fazem tudo isso, muito
mais e ainda por cima têm uma tela
de tamanho suficiente pra qualquer vovô poder
ver o que está acontecendo sem apertar
os olhos. A ponto de consumidores se depararem
com promoções onde se precisa
passar o celular em frente a um código
impresso, espalhado por aí, ou de
se precisar baixar um programa para participar
o lançamento. Um smartphone, ou
um tablet, possui hoje capacidades impensáveis
pelo robô do Doutor Smith, por exemplo,
só para lembrar de uma referência
cibernética na década de
60, quando esses pais da minha geração
cresceram.
Imaginem
quem está fora do olho do furacão,
então? A que distância dessa "mudernidade" fica
o distinto contemporâneo vivente
em uma região fora dessas áreas
de coberturas 3G. Seus filhos estão
nas "lan houses", consumindo
a mesma tecnologia que os da capital, mas
ele segue seu ritmo de vida, como sempre.
Até que se depara com o choque,
ao viajar, ou mesmo nestas datas "festivas" inventadas
pelos marketeiros mais descolados. Pensa
bem, não é fácil explicar
alterações conceituais que
aconteceram sob nossas barbas, para quem
deixou o cavalo passar encilhado sem dar
uma troteada. Não pense que é fácil
explicar que minha filha publicitária
trabalha em uma das maiores agências
de "não-propaganda" do
país e um filho, engenheiro é consultor
do maior instituto de desenvolvimento "gerencial" brasileiro?
O que "catzo" é isso,
perguntam pessoas que podem ser consideradas
bem antenadas. Que dirá quem seguiu
uma vida menos plugada e mais repleta de
valores cada vez mais caros e distantes.
Claro que ainda tenho um filho que toca
guitarra e teclado e que, além de
fazer música quer ser médico,
ou seja: conceitualmente um cara "às
antigas". Afinal faz mais de meio
século que guitarra não é mais
símbolo revolucionário.
Mas se o
futuro já não é aquilo
que costumava ser, é sempre importante
lembrar que todos sofremos da mesma comida
e desse ar que já quase não
podemos respirar. O mundo é um só,
um todo. Fazemos parte dele e portanto
devemos participar. Lembrando que não
se come software, nem se avança
a ciência apenas com nabos. É tudo
parte de uma convergência social, à qual
demos o nome de humanidade e, por ela,
devemos estudar para melhorar sempre e
não deixar que os avanços
fiquem apenas sob domínimo de poucos,
fazendo do conhecimento a mais democrática
de todas as armas para chegarmos a uma
sociedade melhor. E isso nada tem a ver
com política partidária,
fui claro?
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É
pra baixar
O cantor
e compositor Mário Falcão está
com novo álbum pra quem quiser baixar -clique
aqui- com
10 faixas e as respectivas letras e cifras,
além de imagens como o vídeo
clipe da música título. O show
de lançamento acontece no próximo
dia 14 de junho, no Teatro Renascença,
em Porto Alegre. O artista gaúcho teve o único
projeto contemplado no Rio Grande do Sul,
entre os oito aprovados
no Brasil inteiro, pelo Edital 2009 do Programa
Petrobras Cultural, dentro da categoria Gravação
e circulação de música
com disponibilização na Internet.
Acompanham Falcão neste CD e show músicos
do naipe de
Ricardo Arenhaldt, Clóvis Boca Freire,
Luiz Mauro Filho e Zé Ramos, executando
algo que o autor garante:“é música
para curtir sem pressa”.
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Poética
visual
A criadora
de imagens Elizabete
Rocha, abre, no dia 9 de junho, na Galeria
Lunara (5º andar) da Usina do Gasômetro,
a exposição
fotográfica Imagens do Anonimato:
Fotografia e Identidades Intangíveis
na Contemporaneidade. Com 20
imagens, divididas em diferentes séries narrativas:
Universo, a Casa Misteriosa (2009), Anônimos
(2007-2010), Identidades Impalpáveis
(2010) e uma série de fotomontagens
por fotogramas, chamada Os Vagantes (2009).
Por meio destas
imagens, Elizabete Rocha tece comentários
acerca da problemática da identidade
e questões do anonimato nos tempos
atuais. A curadoria da exposição é da
professora do curso de Artes Visuais da Feevale
Niura Legramante Ribeiro. A visitação,
gratuita, pode ser feita até o dia
10 de julho, de terças-feiras
a domingos, das 9h às 21h. Mais informações
em www.galerialunara.blogspot.com
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Estar
no lugar certo na hora certa
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Ópera,
porque não
Em junho e julho,
tem ópera na tela grande. Estão programadas
para os cinemas do Shopping Tottal, sete das 12 óperas
transmitidas na temporada 2010-11, numa reprise
das transmissões dos espetáculos
do Metropolitan Opera House de Nova York. As sessões
acontecem sempre aos sábados e a estréia é com “Don
Pasquale”, neste dia 11 de junho às
11h. Os ingressos estão à venda através
do site www.ingresso.com.br,
nas bilheterias dos cinemas, ou ainda no portal www.mobz.com.br.
Com duração de 140 minutos, a montagem
do diretor Otto Schenk para a obra-prima cômica
de Donizetti tem condução de James
Levine, diretor musical do Met, e traz no elenco
a soprano Anna Netrebko, uma das maiores cantoras
líricas da atualidade, o tenor Matthew Polenzani,
o barítono Mariusz Kwiecien e o baixo-barítono
John Del Carlo. Os personagens remetem à tradição
da ópera-bufa (termo usado para descrever
a versão italiana da ópera-cômica),
onde Pasquale (John Del Carlo) representa o pantaleão,
Ernesto (Matthew Polenzani), o pierrô, Malatesta
(Mariusz Kwiecen), o escapino, e Norina (Anna Netrebko),
a colombina.
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Esses
estão cheios do que fazer
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Por
essas e outras que sustentabilidade verde
pra mim é Dolar no bolso e Heineken
na geladeira
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História
da resistência
Houve uma vez no
passado em que este país vivia sob uma ditadura
militar, algum romantismo na esquerda.
Naquela época que remonta ao tempo em que eu iniciava
na profissão, um grupo de jornalistas locais formou
uma cooperativa para publicar um jornal diferente
do
que se tinha até então. Editado pela Cooperativa
dos Jornalistas de Porto Alegre, o
Coojornal
(1975-1982)
obteve destaque
nacional
pela
luta ferenha contra as desigualdades. Alguns dos
melhores e mais conhecidos nomes do jornalismo local
tem passagem
pelo jornal, como Caco Barcelos, Luiz Cláudio
Cunha, Luis Fernando Veríssimo e Santiago.
Surge agora o Projeto
Coojornal, com o objetivo de resgatar a memória
do mensário que retratou a realidade brasileira
de forma diferenciada, através de um livro com
reportagens selecionadas, um documentário
em DVD, exposição
de capas e debate. O projeto se completará com
a digitalização de todas as edições
do Coojornal. As atividades de lançamento
serão
realizadas na Assembleia Legislativa e iniciam no
dia 09 de junho, às 19h, com a exibição
do documentário, no Teatro Dante Barone. O
audiovisual, com uma hora de duração,
traz depoimentos de jornalistas e colaboradores do
Coojornal. Logo após, às 20h, no Vestíbulo
Nobre, haverá a abertura da Exposição
de Capas do Coojornal e a sessão de autógrafos
do livro “Coojornal – um jornal de jornalistas
sob o regime militar”, com uma seleção
de reportagens publicadas no mensário. A exposição
ficará em cartaz até o dia 17 de junho,
de segunda a sexta. Na sexta 10 de junho, também às
19h no Teatro Dante Barone, haverá nova apresentação
do documentário, seguida de debate com a presença
de ex-coojornalistas (Jorge Polydoro e José Antonio
Vieira da Cunha e os organizadores do livro Ayrton
Centeno, Elmar Bones e Rafael Guimaraens).
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Receita
de inverno
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Esse
frio requer medidas enérgicas. Stout
irlandesa pra segurar a onda.
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Tá tudo
dominado
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Lembrando
sempre que para existirem corruptos, há corruptores.
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Até isso
aconteceu
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| Como diria um
certo ex-presidente,"o tempo é o
senhor da razão". Caras-pintadas,
onde estão vocês agora? |
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Não
tem escapatória
Aconteceu
lá. Vai acontecer igualzinho por aqui,
daqui a pouco.
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Fica
Ronaldo; vai ter bolo
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Pura
palhaçada, mas nem tão longe
da realidade
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Tem
que virar lei
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Pensar
que por estes lados as feministas se dizem
liberais e progressistas. Isso sim é progresso
no casamento. Dá pra trocar quando
ficar velha, né?
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Sétima
arte
Para marcar a passagem
dos 80 anos do diretor italiano Ettore Scola, comemorados
em maio último, o CineBancários coloca
em cartaz a partir de 14 de junho
a sua obra-prima, "Um Dia Muito
Especial". Com Marcello Mastroianni e Sophia Loren
no elenco, este filme lançado em 1977 costuma
ser lembrado não apenas como o ponto culminante
da carreira de Scola, mas também um dos maiores
momentos da história do cinema italiano. Curiosamente,
em 2011 também se completam 15 anos da visita
de Scola a Porto Alegre. Em julho de 1996, o diretor
de Nós que nos Amávamos Tanto e O Baile
participou do seminário O Cinema do Fim ao
Começo.
A trama de Um Dia
Muito Especial se passa em Roma, no dia 6 de maio
de 1938, data em que a cidade
celebra a visita de Hitler à Itália.
Neste contexto, dois vizinhos bastante diferentes
se conhecem: a dona de casa Antonietta (Loren,
naquela que é considerada sua melhor atuação),
casada com um militante fascista e mãe de
seis filhos, e o radialista homossexual Gabriele
(Mastroianni). Ao longo do dia, esses dois seres
marginalizados vivem uma densa relação
humana, compartilhando seus dramas e esperanças. Um
Dia Muito Especial será exibido numa cópia
em 35mm, permanecendo em exibição no
CineBancários até o
dia 30 de junho, nas sessões das 15h, 17h
e 19h, de terça a domingo.
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Boazinha
Professor
engraçadinho e o Joãozinho
-
Um professor de Física quis
pregar uma peça em seus
alunos e lhes disse:
- Aqui vai um problema: Um avião saiu de Amsterdam com uma velocidade
de 800 km/h, à pressão de 1.004,5 milibares; a umidade
relativa do ar era de 66% e a temperatura 20,4 graus Celsius. A tripulação
era composta por 2 pilotos e 5 aeromoças; a capacidade era de
145 assentos para passageiros e o banheiro estava ocupado. A pergunta é...
- Quantos anos eu tenho? (Aí ele deu aquele risinho de quem
se sente
superior).
- Os alunos ficam assombrados. O silêncio é total.
- Então o Joãozinho (incrivel, já está na
faculdade!!) lá no fundo da
sala e sem levantar a mão, diz de pronto:
- 44 anos, professor !
- O professor, muito surpreso, o olha e diz:
- Caramba, é certo. Eu tenho 44 anos.
- Mas como você calculou?
- E Joãozinho:
- Bem, eu deduzi porque eu tenho um primo que é MEIO viado,
e ele tem 22 anos...
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Exclusivo
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Não é pra
quem quer. Só tem 4 desses no mundo.
Apenas 1 aqui.
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Flor
da Semana
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Pata
de Vaca. Falam maravilhas de seu chá ou
infusão(das folhas).
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