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MERCADO
DIMINUI PROJEÇÃO INFLACIONÁRIA
PÁRA 2011
O
mercado
financeiro
reduziu
levemente
a
projeção
de
crescimento
do
Produto
Interno
Bruto
(PIB)
em
2011,
de
4,30%
para
4,29%,
segundo
o
boletim
Focus,
divulgado
hoje
pelo
Banco
Central
(BC).
Para
o
ano
que
vem,
a
projeção
para
o
crescimento
da
economia
seguiu
em
4,50%.
O
mercado
financeiro
também
alterou
levemente
a
previsão
da
inflação
medida
pelo Índice
de
Preços
ao
Consumidor
Amplo
(IPCA)
em
2011,
após
doze
altas.
A
expectativa
para
a
inflação
neste
ano
caiu
de
5,80%
para
5,78%,
mas
ainda
em
um
patamar
distante
do
centro
da
meta
de
inflação,
que é de
4,50%
para
o
ano.
A
meta
tem
margem
de
tolerância
de
dois
pontos
porcentuais
para
cima
ou
para
baixo.
Os
analistas
subiram
a
projeção
para
a
inflação
em
2012
de
4,78%
para
4,80%.
O
mercado
manteve
em
0,49%
a
previsão
para
o
IPCA
de
março
de
2011,
de
acordo
com
a
Focus.
A
estimativa
para
o
crescimento
da
produção
industrial
em
2011
seguiu
em
4,10%.
Para
2012,
a
projeção
para
a
expansão
da
indústria
subiu
de
4,60%
para
4,85%.
LEI
QUE REAJUSTA MÍNIMO SAI NO
DIÁRIO
OFICIAL
Foi
publicada
no
Diário
Oficial
da
União
a
lei
que
reajusta
o
salário
mínimo
para
R$
545.
O
valor,
até então,
era
de
R$
510.
O
reajuste
entra
em
vigor
nesta
terça-feira.
O
projeto
de
lei,
que
também
trata
da
política
de
valorização
do
salário
mínimo
até 2015,
foi
sancionado
sem
veto
na última
sexta-feira
pela
presidenta
Dilma
Rousseff.
A
política
permanente
de
reajuste
do
salário
mínimo
foi
iniciada
no
governo
do
ex-presidente
Luiz
Inácio
Lula
da
Silva
por
meio
de
um
acordo
com
as
centrais
sindicais.
Ela
leva
em
consideração
o Índice
Nacional
de
Preços
ao
Consumidor
(INPC)
do
ano
anterior
(que
mede
a
inflação)
e
a
variação
do
Produto
Interno
Bruto
(PIB)
de
dois
ano
antes.
ÍNDICE
DE CLIMA ECONÔMICA
TEM MENOR
PATAMAR DESDE JULHO DE
2009
O Índice
de
Clima
Econômico
(ICE),
medido
pela
Fundação
Getulio
Vargas
(FGV),
teve
uma
leve
queda
em
janeiro
deste
ano,
atingindo
o
menor
patamar
desde
julho
de
2009.
Segundo
dados
divulgados
hoje,
o
ICE
de
janeiro
deste
ano
foi
de
6,7
pontos,
abaixo
dos
6,8
da
medição
anterior,
feita
em
outubro
de
2010.
A
FGV
considera
que
a
'pequena
queda
no índice'
sugere
que
os
especialistas
ouvidos
pela
pesquisa
estão
'relativamente
neutros'
em
relação
ao
novo
governo,
da
presidenta
Dilma
Rousseff.
O Índice
da
Situação
Atual
da
Economia
chegou
a
7,7
pontos,
o
menor
resultado
desde
outubro
de
2009
(quando
haviam
sido
registrados
6,4
pontos)
e
igual
ao
de
janeiro
de
2010.
O Índice
de
Expectativas
em
relação
ao
futuro
ficou
estável
em
relação
ao
de
outubro
de
2010
(5,7
pontos),
que
havia
sido
o
nível
mais
baixo
desde
abril
de
2009
(5,4
pontos).
O
ICE
do
Brasil
ficou
acima
da
média
de
5,8
pontos
da
América
Latina,
mas
abaixo
do índice
do
Chile
(8,0),
Uruguai
(7,9),
Paraguai
(7,5)
e
Peru
(7,3).
Os
países
latino-americanos
que
apresentaram índice
abaixo
do
brasileiro
foram
a
Argentina
(5,8),
Colômbia
(5,8),
o
México
(5,5),
Equador
(5,4),
a
Bolívia
(4,2)
e
Venezuela
(1,8).
A
média
mundial
do
ICE
foi
de
5,9
pontos. PAÍS
RECEBEU
US$ 2,585 BI ATÉ 11
DE FEVEREIRO
O
ingresso
de
dólares
no
Brasil
ganhou
força
em
fevereiro.
O
fluxo
cambial
para
o
país
no
mês,
até o
dia
11,
está positivo
em
US$
2,585
bilhões,
segundo
dados
divulgados
hoje
pelo
Banco
Central
(BC).
O
fluxo
teve
forte
aumento
na
semana
passada
porque,
até o
dia
4
(a
primeira
semana
do
mês),
ele
estava
positivo
em
US$
39
milhões.
De
acordo
com
os
dados,
a
entrada
de
recursos
pelo
segmento
financeiro
-
que
registra
investimentos
diretos
em
títulos
e
ações,
empréstimos
e
remessas
de
lucros,
entre
outros
-
puxou
o
resultado
do
mês
até agora,
com
o
ingresso
líquido
de
US$
3,144
bilhões.
As
compras
de
dólares
nesse
segmento
somaram
US$
13,292
bilhões
e
as
vendas
atingiram
US$
10,148
bilhões.
No
segmento
comercial
-
que
registra
operações
de
exportação
e
importação
-,
o
fluxo
está negativo
em
fevereiro,
até o
dia
11,
em
US$
559
milhões.
O
valor é resultado
de
importações
de
US$
6,266
bilhões
e
exportações
de
US$
5,708
bilhões.
No
mesmo
período
do
ano
passado
(fevereiro,
até o
dia
11),
o
fluxo
de
dólares
para
o
país
estava
positivo
em
US$
806
milhões.
De
janeiro
a
fevereiro
de
2011,
até o
dia
11,
o
fluxo
está positivo
em
US$
18,098
bilhões.
O
valor é muito
superior
ao
registrado
no
mesmo
período
do
ano
passado,
quando
o
fluxo
estava
positivo
em
US$
1,880
bilhão.
MÍNIMO
SUPERIOR A R$ 545 SERIA INCONGRUÊNCIA,
AFIRMA MÂNTEGA
O
ministro
da
Fazenda,
Guido
Mantega,
afirmou
hoje
na
Câmara
dos
Deputados
que
o
governo
não
tem
condições
do
ponto
de
vista
fiscal
de
reajustar
o
valor
do
salário
mínimo
acima
dos
R$
545
propostos.
Segundo
ele,
o
governo
não
pode
aumentar
o
nível
das
despesas.
Ele
lembrou
que
a
folha
de
pagamento
dos
aposentados
cresce
R$
300
milhões
para
cada
R$
1
de
reajuste
do
mínimo.
— Não
podemos
dar
um
aumento
maior.
Seria
uma
incongruência
darmos
um
aumento
superior
a
R$
545
sem
recursos
para
viabilizar,
visto
que
não
estava
previsto
no
orçamento — disse
o
ministro.
Mantega
afirmou
que
se
o
salário
mínimo
chegasse
a
R$
600,
o
impacto
seria
de
R$
16,5
bilhões
no
Orçamento
de
2011,
além
do
custo
que
já terá para
reajustar
de
R$
510
para
R$
545.
Caso
o
mínimo
fosse
para
R$
580,
o
custo
seria
de
R$
10,5
bilhões
este
ano.
Ele
disse
ainda
que
o
governo
também
tem
uma
limitação
do
ponto
de
vista
da
confiança:
segundo
o
ministro,
a
sociedade
espera
que
o
governo
cumpra
os
acordos
feitos.
Ele
lembrou
que
já está sendo
colocada
em
dúvida
a
capacidade
do
governo
de
realizar
o
corte
de
R$
50
bilhões
no
Orçamento.
— Nós
vamos
cumprir — garantiu.
No
entanto,
segundo
ele,
se
o
governo
concordar
com
o
reajuste
do
mínimo
acima
de
R$
545,
será colocada
em
dúvida
a
capacidade
de
o
governo
alcançar
os
resultados
fiscais
esperados.
Mantega
disse
que
o
compromisso
do
governo é com
todos
os
trabalhadores
e
não
somente
com
aqueles
que
ganham
salário
mínimo.
O
ministro
argumentou
que
a
proposta
que
ele
veio
defender é a
manutenção
da
atual
fórmula
de
reajuste
do
salário
mínimo,
acordada
pelo
governo
com
as
centrais
sindicais
ainda
no
fim
de
2006.
— Mesmo
com
a
queda
na
arrecadação
em
2009,
o
governo
cumpriu
o
acordo — disse
Mantega
aos
parlamentares.
— Acho
desaconselhável
que
em
2011
mudemos
uma
regra
acordada
em
2006 — acrescentou.
O
ministro
citou
que
durante
a
crise
o
governo
abriu
mão
de
receitas
concedendo
desonerações,
desde
que
os
empresários
se
comprometessem
a
não
demitir.
Além
disso,
alegou,
a
correção
da
tabela
do
Imposto
de
Renda
gerou
uma
renúncia
fiscal
de
R$
5
bilhões
por
ano,
desde
2009.
Segundo
o
ministro,
o
governo
não
pode
dar
um
aumento
maior
para
o
salário
mínimo
porque
isso
fará com
que "haja
desconfiança
sobre
o
rumo
das
despesas
do
Estado
brasileiro".
Por
isso,
Mantega
propôs
aos
deputados
a
prorrogação
por
mais
quatro
anos
da
atual
fórmula
de
reajuste,
que
aumenta
o
valor
do
piso
salarial
segundo
a
inflação
do
ano
anterior
mais
o
crescimento
do
PIB
de
dois
anos
antes.
O
ministro
pediu
que
um
novo
acordo
seja
firmado,
contemplando
também
a
correção
da
tabela
do
Imposto
de
Renda,
como
o
acordo
anterior
previu
para
os
anos
de
2007
a
2010.
— A
implantação
de
uma
política
de
longo
prazo é importante.
Propomos
que
a
mesma
fórmula
seja
usada
de
2011
a
2015 — disse.
O
ministro
lembrou
que
se
houver
a
manutenção
da
regra
atual,
o
mínimo
deve
ter
um
grande
reajuste
em
2012,
de
13%
a
14%,
chegando
a
R$
616.
CHINA
PASSA JAPÃO
E ASSUME POSTO DE
SEGUNDA ECONOMIA MUNDIAL
A
China
superou
o
Japão
como
segunda
potência
econômica
mundial
em
2010,
com
um
Produto
Interno
Bruto
(PIB)
superior
ao
nipônico
para
o
conjunto
do
ano,
anunciou
o
governo
de
Tóquio.
O
PIB
do
Japão
chegou
a
5,4742
trilhões
de
dólares,
segundo
os
dados
divulgados
em
Tóquio,
e
o
governo
destacou
que
o
da
China
alcançou
a
marca
de
5,8786
trilhões
de
dólares.
A
economia
chinesa
superou
em
2010
a
do
país
vizinho
e
ficou
atrás
apenas
do
resultado
dos
Estados
Unidos,
uma
posição
que
a
economia
nipônica
ocupava
desde
1968.
— Como
nação
vizinha,
saudamos
a
rápida
progressão
da
economia
chinesa — declarou
Kaoru
Yosano,
ministro
delegado
japonês
de
Política
Econômica
e
Orçamentária.
— Isto
pode
ser
o
sustento
de
um
desenvolvimento
da
economia
regional,
ou
seja,
a Ásia
oriental
e
do
sudeste — completou,
antes
de
afirmar
que
deseja
melhorar
as
relações
entre
Japão
e
China
no
campo
econômico.
A
China
registra
há vários
anos
um índice
de
crescimento
próximo
ou
superior
a
10%.
O
PIB
aumentou
10,3%
em
2010.
PETROBRÁS
BATE RECORDE NA PRODUÇÃO
DE
GASOLINA
A
Petrobras
bateu
novo
recorde
de
produção
de
gasolina
tipo
A
em
janeiro.
A
companhia
informou
nesta
quinta-feira
que
Petrobras
e
Refap
produziram
um
volume
de
1.816
mil
m³,
número
que
representa
um
aumento
de
2,36%
em
relação à marca
anterior,
de
1.774
mil
m³,
obtida
em
dezembro
de
2010.
Segundo
a
Petrobras,
o
recorde é resultado
dos
esforços
da
companhia
para
atender
ao
mercado
brasileiro
sem
recorrer
a
importações.
A
companhia
explicou
ainda
que,
para
atingir
este
objetivo,
foram
alteradas
condições
operacionais
das
unidades
de
processo
e
otimizadas
as
misturas
de
naftas.
ENTRADA
DE DÓLARES NO PAÍS É A
MAIOR
DESDE 2007
O
Brasil
recebeu
US$
15,513
bilhões
em
janeiro,
o
que
representa
o
saldo
mais
alto
para
um
mês
desde
junho
de
2007,
de
acordo
com
dados
divulgados
nesta
quarta-feira
pelo
Banco
Central
(BC).
No
acumulado
até o
dia
4
de
fevereiro,
o
saldo
da
entrada
e
saída
de
dólares
do
país,
denominado
fluxo
cambial,
totalizou
US$
39
milhões
até o
dia
4.
Com
isso,
o
saldo
deste
ano é de
US$
15,552
bilhões
até a última
sexta-feira,
contra
US$
2,938
bilhões
registrados
em
igual
período
de
2010.
O
segmento
financeiro
-
que
registra
investimentos
diretos,
em
títulos
e
ações,
empréstimos
e
remessas
de
lucros,
entre
outras
operações
-
puxou
o
resultado
de
janeiro
e
também
determinou
o
fraco
desempenho
na
primeira
semana
de
fevereiro.
Segundo
o
BC,
o
fluxo
financeiro
no
mês
passado
foi
positivo
em
US$
14,435
bilhões,
valor
que
supera
com
folga
o
verificado
em
quase
todos
os
meses
de
2010,
perdendo
apenas
para
os
US$
16,716
bilhões
de
setembro,
mês
marcado
pela
capitalização
da
Petrobras.
No
segmento
comercial,
o
saldo
em
janeiro
foi
positivo
em
US$
1,077
bilhão,
ante
os
US$
140
milhões
negativos
de
igual
mês
de
2010.
Nos
quatro
primeiros
dias úteis
de
fevereiro,
houve
superávit
no
segmento
comercial
de
US$
157
milhões,
ante
os
US$
504
milhões
de
fevereiro
de
2010.
O
BC
informou
ainda
que
as
compras
de
dólares
executadas
no
mercado à vista
elevaram
as
reservas
internacionais
em
janeiro
em
US$
7,992
bilhões
e,
em
fevereiro,
até o
dia
4,
em
US$
2,836
bilhões. É importante
lembrar
que
o
dado
das
intervenções
da
autoridade
monetária
têm
defasagem
de
dois
dias
em
relação à compra
executada
em
mercado.
AÇÕES
DO PANEMARICANO SOBEM DEPOIS DE VENDA
PARA O BTG
As
ações
preferenciais
do
banco
Panamericano
apresentam
forte
alta
na
Bolsa
de
Valores
de
São
Paulo
(Bovespa)
após
o
anúncio,
na
noite
de
segunda,
da
aquisição
por
parte
do
BTG
Pactual
da
parcela
do
Grupo
Silvio
Santos
na
instuituição
por
R$
450
milhões.
Por
volta
das
14h36min,
o
papel
subia
16,20%,
sendo
negociado
a
cerca
de
R$
4,95.
Com
data
de
31
de
janeiro,
o
Panamericano
enviou
um
fato
relevante
aos
acionistas
e
investidores,
publicado
no
site
da
Bovespa,
para
comunicar
a
operação
de
venda
ao
BTG
do
correspondente
a
67.259.328
ações
ordinárias
e
24.712.286
ações
preferenciais.
Pela
compra,
o
BTG
pagará o
equivalente
a
R$
4,89
por
ação.
Com
o
acordo,
o
banco
passa
a
ter
37,64%
do
Panamericano,
com
51%
das
ações
ordinárias
e
21,97%
das
preferenciais.
O
BTG
Pactual
e
a
Caixa
Econômica
Federal
também
firmaram
acordo
de
acionistas,
pelo
qual
a
Caixa
manterá sua
participação
de
36,56%
no
capital
social
total
do
banco.
O
fato
relevante
informa
ainda
que
a
Caixa
reiterou
o
compromisso
de
manutenção
da
parceria
estratégica
com
o
Panamericano
através
da
celebração
de
um
acordo
de
cooperação
operacional
por
meio
do
qual
irá adquirir
direitos
creditórios
e
aplicará em
depósitos
interfinanceiros
do
Panamericano.
Os
recursos
serão
utilizados
nas
futuras
atividades
do
banco.
O
BTG
também
assumiu
o
mesmo
compromisso.
INFLAÇÃO
EVOLUIU DE FORMA DESFAVORÁVEL
A
ata
da
reunião
de
janeiro
do
Comitê de
Política
Monetária
(Copom)
do
Banco
Central
(BC),
divulgada
hoje,
reconhece
que
o
cenário
para
a
inflação "evoluiu
desfavoravelmente" desde
a
reunião
de
dezembro.
A
afirmação
consta
no
parágrafo
24
do
primeiro
documento
produzido
sob
a
presidência
de
Alexandre
Tombini
no
BC.
Na última
reunião
do
Copom,
a
Selic
(a
taxa
básica
de
juros
da
economia)
subiu
de
10,75%
para
11,25%
ao
ano.
"De
fato,
no último
trimestre
do
ano
passado,
a
inflação
foi
forte
e
negativamente
influenciada
pela
dinâmica
dos
preços
de
alimentos",
cita
o
documento,
ao
lembrar
que
esses
preços
sofreram
com
choques
de
oferta
no
Brasil
e
no
exterior.
O
BC
reconhece
que
esses
aumentos
dos
preços
de
alimentos "tendem
a
ser
transmitidos
ao
cenário
prospectivo" da
inflação
de
várias
maneiras,
como
a
inércia
inflacionária
e
as
projeções
do
mercado.
Ainda
no
trecho
24
da
ata,
os
diretores
do
BC
avaliam
como "relevantes" os
riscos
gerados
pela
persistência
do
descompasso
entre
as
taxas
de
crescimento
da
oferta
e
da
demanda. "Note-se,
também,
a
estreita
margem
de
ociosidade
dos
fatores
de
produção,
especialmente,
de
mão
de
obra." O
documento
cita
que,
nessas
circunstâncias,
há um
risco
importante
na "possibilidade
de
concessão
de
aumentos
nominais
de
salários
incompatíveis
com
o
crescimento
da
produtividade".
Apesar
do
alerta,
a
ata
do
Copom
lembra
que
há sazonalidade
da
inflação
característica
no
primeiro
trimestre,
bem
como
concentração
atípica
de
reajustes
de
preços
administrados
no
período. "Embora,
para
o
ano
como
um
todo,
o
comportamento
desses
itens
tenda
a
ser
relativamente
benigno."
EMPRESAS
QUE GERAM LUCROS E IMPACTAM POSITIVAMENTE A SOCIEDADE
A
ideia
de
montar
um
negócio
próprio
não
entrou
há pouco
tempo
na
cabeça
dos
jovens.
A
diferença é que
agora
eles
estão
cada
dia
mais
habilidosos
e
exigentes.
Além
disso,
o
mundo
também
está mais
frenético
e,
em
muitos
aspectos,
carente.
Talvez
por
motivos
como
esses,
uma
nova
forma
de
empreender
os
conquiste.
Nesse
contexto,
a
proposta
feita
pela
Oscip
Artemisia
-
Negócios
Sociais, é tentadora:
-
Entre
ganhar
dinheiro
e
fazer
a
diferença
no
mundo,
fique
com
os
dois
-
afirma
Marcio
Jappe,
diretor
executivo
da
Artemisia.
É
pensando
em
deixar
uma
marca
positiva
na
sociedade
em
que
vivem
que
muitos
jovens
têm
decidido
empreender
de
forma
diferente.
Não é algo
como
ser
dono
de
uma
empresa
e
colaborar
com
uma
ONG.
Também
não é viver
trabalhando
em
uma
ONG.
A
atividade-fim
dessas
novas
empresas
tem
um
impacto
positivo
na
sociedade
sem
deixar
de
proporcionar
lucro
para
seus
proprietários.
Seja
oferecendo
microcrédito
para
jovens
de
baixa
renda,
promovendo
a
inclusão
digital
ou
reunindo
pequenos
produtores
de
alimentos
orgânicos,
homens
e
mulheres
administram
uma
nova
possibilidade
de
futuro.
-
Sabe
quantas
pessoas
no
Brasil
acessam
a
internet
em
lan
houses?
São
quase
45%
do
total.
Com
esse
argumento,
Bernardo
Faria,
CEO
da
CDI
Lan,
justifica
a
importância
da
ONG
que
avança
para
se
transformar
em
uma
empresa
com
foco
no
social.
Esse
caminho é,
de
acordo
com
a
professora
da
Faculdade
de
Economia,
Administração
e
Contabilidade
da
USP
Graziella
Comini,
seguido
por
muitas
outras
empresas
sociais
que
partem
de
um
braço
de
uma
empresa
ou
de
uma
ONG.
O
grande
objetivo
da
CDI
Lan é qualificar,
por
meio
de
soluções
inteligentes,
os
serviços
oferecidos
por
lan
houses
de
todo
o
Brasil.
Normalmente
em
regiões
de
periferia,
elas
colaboram
para
a
inclusão
digital,
mas,
muitas
vezes,
têm
dificuldade
em
se
manter
no
mercado.
Por
essa
razão,
Faria,
39
anos,
largou
o
emprego
em
um
grande
banco
para
se
dedicar à nova
atividade.
Para
a
economista
Graziella,
os
negócios
sociais
estão
longe
de
ser
uma
ideia
simplista
e,
por
esse
motivo,
o
caminho
a
ser
percorrido é longo.
Ao
mesmo
tempo,
o
desejo
de
encontrar
um
denominador
comum
que
permita
gerar
renda
e
valor
social
pode
ser
considerado
uma
evolução
no
empreendedorismo.
Para
fomentar
ainda
mais
essa
forma
de
fazer
negócios,
um
grupo
de
alunos
do
curso
de
Administração
da
Fundação
Getúlio
Vargas,
em
São
Paulo,
decidiu
produzir
um
filme.
-
Queremos
inspirar
uma
nova
geração
de
empreendedores
-
afirma
Nina
Valentini,
sócia
da
produtora
Dois
e
Meio.
O
resultado
do
Projeto
Setor
Dois
e
Meio
será um
documentário
a
ser
finalizado
no
final
deste
ano.
Com
relatos
de
empreendedores
do
Brasil,
da Índia
e
de
Bangladesh,
os
sócios
Nina,
23,
Fernando,
25,
e
Antonio,
24,
querem
angariar
mais
gente
para
o
movimento
que
atua
na
redução
dos
problemas
sociais
e,
ao
mesmo
tempo,
na
formação
de
novos
empreendedores
de
sucesso.
CHINA
CRESCE 10,3% EM 2010
A
China
registrou
em
2010
um
crescimento
do
Produto
Interno
Bruto
(PIB)
de
10,3%,
com
uma
inflação
de
3,3%,
número
que
supera
a
meta
oficial
de
3%,
anunciou
nesta
quinta-feira
o
governo.
O
crescimento
acelerou
no
quarto
trimestre,
a
9,8%,
contra
9,6%
no
terceiro,
informou
o
Escritório
Nacional
de
Estatísticas.
A
economia
da
China
cresceu
9,2%
em
2009,
segundo
dados
revisados
recentemente.
O
resultado
de
2010 é o
mais
elevado
desde
a
crise
financeira
de
2008
e
confirma
o
vigor
da
economía
chinesa.
O
PIB
da
China
superou
o
do
Japão
no
segundo
e
terceiro
trimestres
de
2010
e
o
crescimento
anunciado
para
o
quarto
trimestre
deve
permitir
a
Pequim
confirmar
a
condição
de
segunda
maior
economia
do
planeta,
atrás
apenas
dos
Estados
Unidos,
quando
Tóquio
anunciar
os
resultados
oficiais
em
fevereiro.
A
China
também
anunciou
que
as
vendas
no
varejo
no
país
cresceram
19,1%
em
dezembro,
na
comparação
com
o
mesmo
mês
de
2009,
depois
do
aumento
de
18,7%
registrado
em
novembro.
JURO
NOMINAL BRASILEIRO É O 3º MAIOR
DO MUNDO
Independentemente
da
decisão
do
Comitê de
Política
Monetária
(Copom)
do
Banco
Central
(BC),
o
Brasil
continuará a
ser
um
dos
campeões
mundiais
do
juro
alto.
Em
termos
nominais,
a
taxa
básica
brasileira
-
a
Selic,
atualmente
em
10,75%
ao
ano
-
só perde
hoje
para
a
praticada
no
Paquistão
(14,00%)
e
na
Venezuela
(18,10%).
A
diferença é que,
em
ambos
os
países,
a
inflação é bem
mais
alta.
No
vizinho
sul-americano,
os índices
ao
consumidor
oscilam
em
torno
de
27%.
No
Paquistão,
estão
na
casa
dos
20%.
O Índice
de
Preços
ao
Consumidor
Amplo
(IPCA),
indicador
oficial
do
Brasil,
subiu
5,91%
em
2010.
Por
isso,
o
juro
real
(que
desconta
os índices
de
preços)
brasileiro é o
mais
elevado
do
planeta.
Hoje,
levando-se
em
conta
as
projeções
de
inflação
para
os
próximos
12
meses,
o
juro
real
está perto
de
7%
ao
ano.
Segundo
especialistas
do
mercado
financeiro,
a
perspectiva é de
que
essa
situação
não
mude
no
curto
nem
no
médio
prazo.
Eles
entendem
que
o
país
ainda
não
criou
condições
estruturais
para
ter
uma
taxa
básica
de
juros
mais
baixa.
Hoje,
na
reunião
do
Comitê de
Política
Monetária
(Copom)
sob
o
comando
do
novo
presidente
da
autoridade
monetária,
Alexandre
Tombini,
deve
ser
definida
uma
elevação
de
0,5
ponto
percentual
na
Selic.
CHINA
RECEBE US$ 105 BI DE INVESTIMENTOS
DIRETOS EM 2010
O
crescimento
do
investimento
estrangeiro
direto
(IED)
na
China
se
desacelerou
em
dezembro,
depois
de
três
meses
de
ganhos,
segundo
dados
divulgados
hoje
pelo
Ministério
do
Comércio
do
país.
Ainda
assim,
o
total
de
2010
superou
a
marca
de
US$
100
bilhões,
em
meioà recuperação
da
economia
global.
O
IED
cresceu
15,6%
em
dezembro,
na
comparação
com
o
mesmo
mês
de
2009,
para
US$
14,03
bilhões.
Em
novembro,
a
alta
havia
sido
de
38,2%
(US$
9,7
bilhões).
Em
todo
o
ano
passado,
o
IED
da
China
aumentou
17,4%,
para
US$
105,74
bilhões.
De
janeiro
a
novembro,
a
taxa
de
crescimento
do
IED
havia
sido
de
17,7%.
De
acordo
com
o
Departamento
do
Comércio,
os
investimentos
de
empresas
chinesas
de
setores
não
financeiros
no
exterior
totalizou
US$
59
bilhões
em
2010,
uma
alta
de
36,3%
ante
o
ano
anterior.
BANCO
MUNDIAL PREVÊ DESACELERAÇÃO
DO CRESCIMENTO EM 2011
O
Banco
Mundial
prevê uma
desaceleração
do
crescimento
global
em
2011
e
advertiu
para
a
possível
repetição
do
ciclo
inflacionário
das
matérias-primas
registrado
em
2008.
A
instituição
informou,
na
quarta-feira,
que
suas
previsões
de
crescimento
foram
revisadas
para
baixo
em
relação
há seis
meses,
de
3,9%
a
3,3%.
O
motor
deste
crescimento
seguirá sendo
as
economias
emergentes,
que
avançarão
duas
vezes
mais
rápido
(6%)
que
os
países
ricos
(2,4%).
Segundo
o
Banco
Mundial,
este
ritmo
de
crescimento
não
será suficiente: "lamentavelmente,
estas
taxas
de
crescimento
têm
poucas
possibilidades
de
eliminar
o
desemprego
e
a
subutilização
dos
recursos
nas
economias
e
nos
setores
econômicos
mais
afetados".
O
Bird
se
mostra
particularmente
preocupado
com
a
alta
dos
preços
das
matérias-primas
devido às
políticas
monetárias
generosas
nos
países
ricos
e à demanda
sólida
nos
países
emergentes. "Ainda
que
os
preços
reais
da
alimentação
na
maioria
dos
países
em
desenvolvimento
não
tenham
aumentado
tanto,
subiram
muito
em
alguns
países
pobres".
GOVERNO
FEDERAL DEVE LIBERAR R$ 700 MI PARA CIDADES AFETADAS PELA
CHUVA
O
governo
editará medida
provisória
liberando
R$
700
milhões
para
ajudar
os
Estados
atingidos
pelas
fortes
chuvas
dos
últimos
dias.
O
Ministério
do
Planejamento
confirmou
ter
recebido
do
Ministério
da
Integração
Nacional
pedido
de
crédito
extraordinário
no
Orçamento
deste
ano.
A
medida
provisória
pode
ser
publicada
ainda
nesta
quarta-feira
em
edição
extraordinária
do
Diário
Oficial
da
União.
Em
princípio,
a
medida
provisória
deve
liberar
ajuda
para
municípios
do
Rio
de
Janeiro
e
de
São
Paulo.
O
Ministério
do
Planejamento
não
informou
se
outros
Estados
serão
incluídos
no
pacote
de
ajuda
financeira.
NÃO
HÁ NÚMEROS DEFINIDOS PAR CORTES
NO ORÇAMENTO
O
ministro
da
Fazenda,
Guido
Mantega,
disse
nesta
terça-feira
que
não
há nenhum
número
definido
para
o
corte
do
Orçamento
de
2011.
Segundo
ele,
os
dados
da
peça
orçamentária,
aprovada
pelo
Congresso,
ainda
estão
sendo
processados
e
serão
feitas,
a
partir
de
agora,
reuniões
com
cada
ministério
para
definir
as
restrições.
Ele
reiterou
que
não
há nenhum
número
definido
para
isso
e
disse
que
a
ideia é que
se
faça
um
corte
definitivo,
que
não
seja
revertido
ao
longo
do
ano.
Questionado
se
o
governo
trabalharia
para
fazer
uma
poupança
extra
além
da
meta
de
superávit
primário
deste
ano
-
hipótese
já mencionada
pelo
próprio
ministro
em
outra
ocasião
-,
Mantega
apenas
riu
e
agradeceu,
encerrando
a
breve
entrevista
na
portaria
do
Ministério
da
Fazenda.
BALANÇA
COMERCIAL COMEÇA ANO COM DÉFICIT
A
balança
comercial
brasileira
começou
o
ano
com
déficit
de
US$
486
milhões
na
primeira
semana
de
janeiro,
de
acordo
com
dados
divulgados
hoje
pelo
Ministério
do
Desenvolvimento,
Indústria
e
Comércio
Exterior
(MDIC).
Entre
os
dias
1º e
9
de
janeiro,
as
exportações
somaram
US$
2,781
bilhões,
com
média
diária
de
US$
556,2
milhões,
enquanto
as
importações
chegaram
a
US$
3,267
bilhões,
com
média
de
US$
653,4
milhões.
Em
relação à média
diária
de
embarques
de
janeiro
do
ano
passado,
houve
queda
de
1,6%.
Na
comparação
com
dezembro
de
2009
o
recuo
foi
de
38,8%.
No
caso
das
importações,
o
valor
foi
13,8%
superior à média
registrada
em
janeiro
de
2010
e
3,4%
inferior
ao
apurado
em
dezembro
passado.
PETROBRÁS
VAI ANTECIPAR PROJETOS DO
PRÉ-SAL
A
Petrobras
informou
por
meio
de
nota
nesta
sexta-feira
que
foi
aprovado
o
afretamento
de
duas
novas
plataformas
de
petróleo
e
gás
do
tipo
FPSO
destinadas
aos
projetos-pilotos
da área
de
Guará-Norte
e
do
campo
de
Cernambi
(antiga área
de
Iracema),
localizadas
no
pólo
pré-sal
da
Bacia
de
Santos.
Cada
uma
das
plataformas
terá capacidade
de
produzir
diariamente
até 150
mil
barris
de óleo
e
8
milhões
de
m³ de
gás.
A
previsão é que
entrem
em
operação
em
2014,
antecipando
a
produção
das áreas
anteriormente
prevista
para
o
período
pós-2014.
As
duas
novas
plataformas
integram
a
primeira
fase
do
desenvolvimento
da
produção
de
Guará-Norte
(BMS-9)
e
Cernambi
(BMS-11).
Segundo
a
Petrobras,
os
consórcios
tomaram
a
decisão
de
afretar
as
unidades
para
viabilizar
a
antecipação
da
produção
dessas áreas,
cujos
testes
iniciais
de
vazão
apresentaram "resultados
excelentes".
A
conversão
das
unidades,
assim
como
a
construção
e
a
integração
dos
módulos
deve
ser
feita
no
Brasil.
Ainda
de
acordo
com
a
nota,
a
meta é alcançar
um índice
de
conteúdo
local
na
construção
das
unidades
superior
a
65%.
O
consórcio
do
Bloco
BMS-9 é operado
pela
Petrobras
(45%),
em
parceria
com
a
BG
Group
(30%)
e
Repsol
Brasil
S.A.
(25%).
Já consórcio
do
Bloco
BMS-11 é operado
pela
Petrobras
(65%),
em
parceria
com
a
BG
Group
(25%)
e
Galp
Energia
(10%).
GOVERNO
SINALIZA QUE PODE AUMENTAR
MÍNIMO
PARA
R$
550
Diante
da
pressão
do
PMDB,
o
governo
já dá sinais
de
que
tem
margem
para
elevar
o
salário
mínimo
acima
dos
R$
540
propostos
no
Orçamento.
Na área
econômica,
se
fala
em
R$
550,
principalmente
depois
que
o
ministro
da
Fazenda,
Guido
Mantega,
foi
repreendido
pela
presidente
Dilma
Rousseff
por
ameaçar
vetar
qualquer
aumento
do
piso
salarial.
O
sinal
de
que
os
R$
540
poderiam
subir
partiu
do
próprio
governo,
que
anunciou
terça-feira
o
reajuste
das
aposentadorias
em
6,41%. é um
reajuste
maior
do
que
o
proposto
para
o
mínimo,
que é de
5,88%.
Ocorre
que
os
dois
preços
são
corrigidos
pelo
mesmo
indicador:
o Índice
Nacional
de
Preços
ao
Consumidor
(INPC)
estimado
para
2010.
O
presidente
da
Câmara
dos
Deputados,
Marco
Maia
(PT-RS),
também
sinalizou
nesta
quinta-feira
que
está disposto
a
discutir
a
alteração
na
proposta
do
governo
para
o
mínimo
caso
continue
na
presidência
da
Casa,
em
eleição
que
ocorrerá no
dia
1º de
fevereiro.
"O
governo
mandou
a
proposta
do
mínimo
para
o
parlamento,
só que
o
governo
precisa
também
entender
que
ali é também
um
espaço
de
diálogo",
argumentou.
E
continuou:
"O
que
nós
esperamos é que
tanto
o
governo
quanto
os
parlamentares
estejam
dispostos
a
essa
discussão.
Se
teremos
ou
não
alteração,
vai
depender
do
debate,
das
discussões
e
dos
convencimentos.
O
que
posso
garantir é que
na
presidência
da
Câmara
será feito
o
debate".
Nesta
semana,
o
PMDB
decidiu
reagir
ao
anúncio
de
Mantega,
de
vetar
o
aumento
do
mínimo.
O
partido
já havia
anunciado
que
o
deputado
Eduardo
Cunha,
da
bancada
do
PMDB
do
Rio,
iria
apresentar
uma
emenda
passando
o
valor
para
R$
560.
Além
da
emenda
aumentando
o
valor,
o
mesmo
Eduardo
Cunha
apresentará,
em
resposta às
declarações
de
Mantega,
uma
Proposta
de
Emenda
Constitucional
(PEC)
alterando
as
regras
para
derrubar
vetos
do
presidente.
Atualmente,
pelo
artigo
66
da
Constituição,
se
o
Congresso
quiser
derrubar
um
veto
presidencial,
os
parlamentares
têm
de
fazê-lo
por
maioria
absoluta
das
duas
Casas
reunidas
em
sessão
conjunta,
no
prazo
de
30
dias
a
contar
do
recebimento
da
mensagem
do
Planalto.
O
valor
de
R$
540
para
o
mínimo
foi
fixado
em
Medida
Provisória
pelo
governo
Lula
(com
consentimento
da
então
presidente
eleita).
Segundo
Mantega,
o
valor
de
R$
540
está em
um
patamar
que
preserva
o
equilíbrio
das
contas
públicas
e
a
coerência
da
política
fiscal.
Um
aumento
acima
disso,
segundo
o
ministro,
elevaria
os
gastos
com
a
Previdência
e
deterioraria
as
contas
públicas.
INGRESSO
DE DÓLARES POR OPERAÇÕES FINANCEIRAS
É RECORDE
EM
2010
O
ingresso
de
dólares
no
ano
passado
por
operações
financeiras
foi
o
maior
da
série
histórica
do
Banco
Central,
iniciada
em
1982,
US$
26,004
bilhões,
de
acordo
com
dados
divulgados
hoje
pelo
BC.
O
recorde
anterior
era
de
2009,
quando
a
conta
registrou
saldo
positivo
de
US$
18,808
bilhões.
O
ano
de
2010
terminou
com
a
entrada
líquida
de
US$
24,354
bilhões
no
Brasil,
apesar
de
positivo,
o
resultado
foi
15,2%
menor
que
o
registrado
em
2009,
quando
a
conta
terminou
apontando
ingresso
líquido
de
US$
28,732
bilhões.
Na
conta
comercial,
o
ano
passado
terminou
com
saída
líquida
de
US$
1,650
bilhão.
Esse
foi
o
segundo
pior
resultado
da
série
histórica,
atrás
apenas
de
1997,
quando
a
conta
do
comércio
exterior
amargou
saída
líquida
de
US$
2,658
bilhões.
Em
2009,
essa
conta
havia
fechado
positiva
em
US$
9,924
bilhões.
ATIVIDADE
NO COMÉRCIO
CRESCEU 10% EM
2010
O
Indicador
Serasa
Experian
de
Atividade
do
Comércio
cresceu
2,9%
no
mês
de
dezembro
em
relação
ao
mês
anterior
(novembro/10),
já descontadas
as
influências
sazonais.
Com
este
resultado,
o
varejo
brasileiro
cresceu
10,3%
em
2010
na
comparação
com
o
ano
de
2009.
O
setor
de
material
de
construção
foi
o
destaque
da
atividade
varejista
em
2010,
crescendo
17%
em
relação
ao
ano
anterior.
O
setor
de
móveis,
eletroeletrônicos
e
informática
cresceu
14,9%
em
relação
ao
ano
de
2009.
O
segmento
de
veículos,
motos
e
peças
teve
alta
de
10,9%
em
2010,
na
comparação
com
o
ano
passado.
A
oferta
de
crédito
em
condições
favoráveis,
o
elevado
grau
de
confiança
dos
consumidores
e
o
bom
momento
vivido
pelo
mercado
de
trabalho
foram
as
principais
causas
que
fundamentaram
o
desempenho
exibido
pela
atividade
varejista
no
ano
de
2010,
observam
os
economistas
da
Serasa
Experian.
Segundo
os
economistas
da
Serasa,
para
2011,
as
expectativas
são
de
um
crescimento
positivo
da
atividade
do
comércio,
porém
em
taxas
mais
moderadas
do
que
as
exibidas
ao
longo
de
2010,
principalmente
pelas
medidas
de
aperto
no
crédito
baixadas
pelo
Banco
Central
no
início
de
dezembro.
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