MÚSICA

Diversidade de sons de Marcelo Pretto agora em DVD

O primeiro registro solo do cantor Marcelo Pretto é lançado em DVD pelo Itaú Cultural, em parceria com a gravadora MCD, gravado durante show realizado por ele no instituto no ano passado. O cantor, também membro dos grupos paulistanos A Barca e Barbatuques, apresenta uma extensa diversidade de timbres, sons e possibilidades musicais, que já pode ser conferido no DVD gravado ao vivo.

O espetáculo começa com um solo de Pretto: Maracá de Prata e Banzeiro Grande, duas toadas de boi de Humberto de Maracanã. Logo, o cantor chama Chico Saraiva, amigo e parceiro do grupo A Barca. É o começo para a enxurrada de convidados que vêm enriquecer ainda mais o palco e o DVD: os percussionistas Ari Colares, Dani Zulu, Mãozinha, Samba, Santiago Vasquez; o rabequeiro Thomas Rhorer, (também membro de A Barca, assim como Colares); o acordeonista Gabriel Levi, o violinista Zé Gomes e o beatbox Denis Duarte. Para finalizar, toda a turma do Barbatuques, premiado na edição 2004-2005 do programa Rumos Itaú Cultural Música (veja o repertório abaixo).

Os vocais e o som peculiar de Pretto são resultado das pesquisas feitas por ele explorando desde as possibilidades acústicas de instrumentos ancestrais – como o berimbau de boca – até a percussão corporal. Eleito o melhor intérprete no Festival da Cultura, em 2005, e um dos finalistas no prêmio Visa de 2002, também na categoria intérprete, o trabalho de Pretto já despontou na Europa.


Deixando o mundo mais bonito

Sua alma transparece em multi-plataformas, Carlinhos ZODI começou na música quando adolescente mas optou pelo vídeo ao se deparar com a realidade musical brasileira. Após uma carreira consolidada como diretor de programas na MTV Brasil e ESPN Brasil, ZODI retorna com força total para a música, sua mais antiga e forte paixão, e lança o disco Mundo Mais Bonito, um álbum com 11 faixas que refletem o estilo de vida do artista.

Ligado a dois universos totalmente diferentes, a cidade e a praia, transitando sempre pelo surf e skate, viagens e estúdios, ZODI exterioriza a harmonia que encontrou para sua vida: entre tecnologia e natureza, sua ilha de edição e a horta no jardim ao lado, mostrando que os contrastes podem ser equilibrados numa boa.

Sua música tem uma sonoridade orgânica e viva, uma música brasileira com muita influência do reggae numa dosagem que ainda não foi feita por aqui. Nas entrelinhas das letras e melodias vem uma chama para refletir, questionar, mas de um jeito leve, suave, que traz um idealismo sutil.

A faixa que leva o título do disco, “Mundo Mais Bonito”, traz um pouco do que ZODI espera do mundo, a positividade que espera das pessoas, numa auto-reflexão simples para uma postura melhor com a vida.

Sua obra reflete suas idéias: admirador incondicional de Gandhi e Paramahansa Yogananda, estudioso de linhas espirituais e filosóficas. Sua inspiração musical vem por nomes como Joe Higgs, precursor do reggae jamaicano e professor de música dos Wailers - Bob Marley, Peter Tosh e Bunny Wailer - também por Gilberto Gil, um dos mestres da música brasileira, e Stevie Wonder, ícone da música mundial. Nas mais ouvidas do iPod de ZODI também estão: Shuggie Otis, Ben Harper, Baden Powell, Vital Farias, antigo seresteiro brasileiro e, claro, o próprio Bob Marley, por ser muito além de uma referência musical, um conscientizador.

Amigo há muito tempo do ícone do skate, Bob Burnquist, outra referência de positividade e consciência, os dois se tornaram grandes parceiros. A música “Joga pra Cima” foi feita em homenagem ao skatista, por quem ZODI não poupa elogios. Outro companheiro de peso é Marcelo D2, a amizade com o rapper desde 2003 rendeu muitas parcerias, inclusive a música Homem, onde D2 faz sua participação no reggae mais pesado do disco.

A estratégia de lançamento do CD vai ser no mínimo inusitada, chegando às mãos do público de forma nada convencional. Numa viagem pelo litoral Sul e Sudeste do Brasil em pleno janeiro e com as praias lotadas, ZODI vai entregar 15 mil cópias do disco de graça, de mão em mão. Uma distribuição com o jeito Carlinhos ZODI de ser. Saindo de São Paulo e indo até Atlântida, passando por todas as praias, o artista e sua banda descerão de carro numa caravana musical, também fazendo shows pelo litoral. “Música de graça com diversão e viagem, pô… minha música é isso. Como eu vou trancar meu CD numa loja por um preço exorbitante se eu posso fazer uma coisa boa dessas por mim e pela galera? Não tô a fim de logo de cara trancar minha música numa estrutura ultrapassada que tá com os dias contados. Em algum momento, talvez a loja se faça necessária para levar meu disco às pessoas que não conseguiram de graça, mas lá na frente eu vou pensar sobre isso e nas possibilidades”, explica.

Para saber mais...

www.carlinhoszodi.com.br
www.myspace.com/carlinhoszodi


“LECHAIM – DO JAZZ AO SAMBA” HOMENAGEIA MÚSICOS JUDEUS NO TEATRO DA AMRIGS

O espetáculo “Lechaim – Do Jazz ao Samba” faz uma homenagem aos músicos judeus que se destacaram no século XX. Através de uma performance bem humorada, o grupo conta, e canta, a vida e a obra de compositores judeus que influenciaram o cenário musical do século XX como Jorge Drexler, Juca Chaves, Jacob do Bandolim, Yves Montand, Barbra Streisand, entre outros.

Com cenário e figurino inspirados na década de 50, “Lechaim do Jazz ao Samba”, tem uma linguagem musical leve, romântica e bem humorada sob a regência do maestro Sergio Olivé e direção teatral de Heloisa Palaoro.

O LECHAIM vem fazendo historia há 15 anos na comunidade judaica. Começou a se reunir-se na Sociedade Israelita Brasileira de Porto Alegre (SIBRA) no ano de 1993, com o objetivo de, através da música cantada em idishe, hebraico, ladino, ou outro idioma, divulgar e preservar, para as novas gerações, as tradições e valores culturais judaicos. A Formação atual do grupo tem nos vocais Alexander Sapiro, Inês Medvedovski, Jairo Trombka, Karina Brodski, Ricardo Faertes e Simone Sizer. No clarinete, Jorge Olchik. No teclado, o maestro Sergio Olivé, e no violão, Inês Medvedovski. O grupo Lechaim vem produzindo diversos espetáculos, que já foram apresentados no Theatro São Pedro, na Reitoria da UFRGS, no Teatro do DC Navegantes, no Teatro Dante Barone – Assembléia Legislativa do RS. Também já se apresentaram em diversos outros centros como Santa Maria, Erechim, Curitiba, Goiás, Recife e Argentina.

O espetáculo retorna aos palcos da cidade, após exitosas apresentações no StudioClio. O conjunto formado por artistas da comunidade judaica, se apresentará para o grande público nos dias 23/11, às 19 horas e 28/11 às 21 horas
no Teatro da AMRIGS.


Orquestra alemã inicia em Dois Irmãos sua 6ª turnê pelo Brasil

Dia 08 de novembro, a Original Markgräfler Blaskapelle (OMB) parte, novamente, com 38 músicos, para sua 6ª turnê pelo Brasil. Como sempre, o grupo vem com o maestro, músicos ativos, além de outros componentes e familiares dos músicos.

Em janeiro de 1990, Edmund Jordan, da cidade de Steinenstadt, sul da Alemanha, fundou a Original Markgräfler Blaskapelle (OMB). Num espaço de nove meses, ele formou a orquestra, com 28 músicos e viajou, atravessando o Atlântico. Outras viagens e apresentações incluíram a Turquia, Suíça, Áustria e França. De lá para cá, o grupo já esteve por cinco vezes no Brasil, alegrando e encantando os apreciadores da “Volksmusik" - música popular alemã, executada por orquestras de sopros.

A hospitalidade do povo de Dois irmãos e a fascinação por esta terra brasileira contagiou os integrantes da Orquestra. Todos alegram-se pelas amizades já enraizadas e pelas novas amizades, motivo que os traz de volta para cá.

O roteiro da viagem de 2008 levará a OMB para os seguintes lugares:
- Dois Irmãos e Estrela, no Rio Grande do Sul;
- Jaraguá do Sul e São Bento do Sul, em Santa Catarina;
- Belo Horizonte, em Minas Gerais;
- Vitória, no Espírito Santo e, encerrando, visitam o Rio de Janeiro.

Pelo amor à música, a banda conta hoje com 54 músicos ativos, de 22 cidades diferentes, das regiões de: Markgräflerland, Hochschwarzwald, Hochrhein, Bodensee e Ortenau, abrangendo cidades de até 150 km de distância (cfr. mapa).

A Orquestra Original Markgräfler Blaskapelle está sob a regência do maestro Uwe Jordan, de Steinenstadt, e seu presidente é Michael Riesterer, de Eschbach.


SER OU NÃO SER FERA?

"O homem que nesta terra miserável mora entre feras
sente inevitável necessidade de também ser fera".

Os "Versos íntimos", de Augusto dos Anjos, estão na quarta faixa do segundo CD do poptrovador Gustavo Magno, cujo "site" é um dos mais visitados da nova MPB.

O endereço é
www.gustavomagno.com

Cinco faixas do novo CD de Gustavo Magno - contratado pela Atracão Fonográfica, de São Paulo - podem ser baixadas gratuitamente em MP3, no "site": "Divina virtude", "Papo virtual", "Amores eternos", "Mãe gentil" e a adaptação musical do poema "Versos íntimos", de Augusto dos Anjos.

No "site", estão ainda um blog, o espaço para interatividade com os internautas, links, orientação para contratação de show com Gustavo Magno e a forma de comprar o CD "Em terra de cego" e o livro "Todo o jornal que eu leio". O novo CD, "Divina virtude", só está à venda através dos "sites" das lojas virtuais Americanas e Submarino e da gravadora Atração.


II MOSTRA BNB DE CANÇÃO INDEPENDENTE

Sonoridades diversas chegam de vários cantos do paús. É a canção brasileira independenete represemtada por conceituados intérpretes e compositores que nas últimas décadas desenvolvendo trabalhos dentro dos circuitos regionais, pelo Brasil e mundo afora.

A II Mostra BNB da Canção Brasileira Independente, neste ano, é dedicada ao mestre Cartola, no centenário de seu nascimento, e tem por objetivo valorizazr e reafirmar a necessidade de mais espaço para nossos artistas.

A programação de outubro:
Dia 22 de outubro
Ciribáh Soares (CE) 18h
Milton Dornellas (PB) 19h30

Dia 23 de outubro
Humberto Pinho (CE) 18h
Khrystal (RN) 19h30

Dia 29 de outubro
Eliahne Brasileiro (CE) 18h
Simone Guimarães (SP) 19h30

Dia 30 de outubro
Lula Ribeiro (SE)19h30

O evento, que reúne 33 atrações representando 13 estados brasileiros de norte a sul do País, é mais uma ação de promoção ao acesso democrático e de estímulo à produção artística, sintonizada com o papel do Banco do Nordeste, principal instituição financeira do Governo Federal dedicada às questões de desenvolvimento sustentável da região Nordeste.

As apresentações acontecem na sede do Centro Cultural Banco do Nordeste, Rua Floriano Peixoto, 941, Fortaleza, Ceará.

Foram convidados a participar os intérpretes e compositores: Isaac Cândido (CE), Fhátima dos Santos (CE), Ângela Diel (RS), Karine Cunha (RS), david Duarte (CE), Maria Eugênia (GO), André Rio (PE), Gustavo Travassos(PE), Ciribáh Soares (CE), Milton Dorneles (PB), Humberto Pinho (CE), Khrystal (RN), Eliahne Brasileiro (CE), Simone Guimarães (SP), Valéria Oliveira (RN), Lula Ribeiro (SE), Valerie Mesquita (CE), Lupe Dualibe (CE), Neo Pi Neo (CE), Lucas Santtana (BA), André Marinho (RJ), Daúde (BA), Alegoria da Caverna (CE), wado (AL), Vitor Ramil (RS), Parahyba (CE), Eliane Printes (AM), Moacyr Luz (RJ), Rubi (SP), Fred Martins (RJ), Pingo de Fortaleza (CE) e Quatro Vozes (MG).


BUENA VISTA SOCIAL CLUB AT CARNEGIE HALL

O show foi mais do que um evento musical. Músicos de Cuba com seus 70, 80 ou 90 anos, alguns vindos da aposentadoria, faziam sua estréia nos Estados Unidos em um teatro como o Carnegie Hall. Com toda a delicadeza agridoce de um bolero, o Buena Vista Social Club celebrava a vitalidade e o virtuosismo de seus músicos e, simultaneamente, o luto pela era que eles personificavam.

Buena Vista Social Club, o vencedor do prêmio Grammy de melhor álbum de world music de 1997 é o disco mais vendido da categoria na história, com mais de oito milhões de álbuns. Produzido pelo grande guitarrista americano Ry Cooder, reuniu um time dos sonhos de veteranos da época de ouro da música cubana, apresentou a um novo público os ritmos de son, bolero e danzón e fez de Ibrahim Ferrer, Rubén González, Eliades Ochoa, Omara Portuondo e Compay Segundo novas estrelas da música internacional.

A banda original completa tocou em uma única noite, com ingressos esgotados, no Carnegie Hall em Nova York no dia 1o. de julho de 1998. O show tornou-se o clímax do elogiado documentário dirigido por Wim Wenders, também chamado de Buena Vista Social Club.

Até agora, além das cenas do filme de Wim Wenders, a música daquela memorável noite havia sido ouvida, apenas, pelos felizes espectadores presentes ao grande show.

Dez anos após o espetáculo, chega simultaneamente às lojas de todo o mundo, o cd duplo em embalagem de luxo Buena Vista Social Club at Carnegie Hall (no Brasil, pela MCD), a gravação da noite histórica que é apenas o segundo lançamento da banda.

O Buena Vista Social Club nunca fui uma banda regular: os músicos se reuniram por dez dias em um estúdio em Havana para gravar o álbum e logo depois seguiram rumos diversos. Alguns viajaram em turnê com Juan de Marcos González e seus Afro-Cubans All Stars. Outros, como Compay Segundo e Eliades Ochoa, colocaram suas próprias bandas na estrada. Omara Portuondo ocupou-se de sua agenda lotada, assim como o produtor e guitarrista Ry Cooder.

Eventualmente, em abril de 1998, estabeleceu-se uma janela nas agendas que possibilitou a reunião de todos em duas noites de performance no Carré Theatre, em Amsterdã. Por causa do enorme sucesso dos shows foi definido o grande show final no mais prestigioso palco da América, o Carnegie Hall de Nova York.

Por causa do embargo norte-americano a Cuba, a maioria dos músicos nunca havia visitado os EUA e, muito menos, tocado no Carnegie Hall. A noite foi uma celebração muito maior do que apenas um show de música. “Estar no palco, em qualquer lugar, com aqueles músicos e cantores era um sonho para mim,” lembra Juan Carlos, o lider da banda, “mas o Carnegie Hall era outra coisa. É o melhor do mundo e eu estava muito feliz por estar lá e por ver artistas como Rubén e Ibrahim naquele palco. Isso nunca poderia acontecer. E aconteceu.”

‘Quando os músicos finalmente subiram ao palco, o público levantou-se e aplaudiu, e depois explodiu nas primeiras notas de ‘Chan Chan’, exatamente como fãs de rock fazem quando ouvem o maior hit de uma banda.”
O álbum, composto de dois cds, traz 16 impecáveis faixas:

CD 1
CHAN CHAN (Francisco Repilado) 4:46
DE CAMINO A LA VEREDA (Ibrahim Ferrer) 4:59
EL CUARTO DE TULA (Sergio Siaba) 8:01
LA ENGAÑADORA (Enrique Jorrín) 2:44
BUENA VISTA SOCIAL CLUB (Israel López) 5:59
DOS GARDENIAS (Isolina Carillo) 4:24
QUIZÁS, QUIZÁS (Osvaldo Farres) 3:48
VEINTE AÑOS (María Teresa Vera) 4:07

CD 2
ORGULLECIDA (Eliseo Silveira) 3:23
¿Y TÚ QUÉ HAS HECHO? (Eusebio Delfín) 3:33
SIBONEY (Ernesto Lecuona) 2:33
MANDINGA (Rodríguez Fiffe) 5:30
ALMENDRA (Abelardito Valdés) 5:49
EL CARRETERO (Guillermo Portabales) 5:39
CANDELA (Faustino Oramas) 7:00
SILENCIO (Rafael Hernández) 5:25
Ficha técnica original: Produzido por Ry Cooder / Produção executiva e adicional Nick Gold / Bandleader Juan de Marcos González / Gravado por Jerry Boys / Mixado por Martin Pradler

Músicos em ordem alfabética:

Octavio Calderón (trompete), Joachim Cooder (bateria, percussão), Ry Cooder (guitarras/violões), Angel ‘Terry’ Domech (congas), Ibrahim Ferrer (vocais), Roberto García (bongos, sino, güiro), Hugo Garzón (vocais), Juan de Marcos González (bandleader, backing vocals, güiro), Rubén González (piano), Pío Leyva (vocais), Manuel ‘Puntillita’ Licea (vocais), Orlando ‘Cachaíto’ López (baixo), Manuel ‘Guajiro’ Mirabal (trompete), Eliades Ochoa (violão, vocais), Omara Portuondo (vocais), Jesús ‘Aguaje’ Ramos (bandleader para Rubén González, trombone), Salvador Repilado (baixo), Compay Segundo (violão, vocais), Benito Suárez Magana (violão), Barbarito Torres (laoud - alaúde de 12 cordas), Alberto ‘Virgilio’ Valdés (maracas, backing vocals), Amadito Valdés (timbais)

Parceria MCD e World Circuit

O lançamento no Brasil, simultaneamente com o resto do mundo, de Buena Vista Social Club at Carnegie Hall, é o quarto fruto da parceria entre a gravadora inglesa World Circuit e a gravadora brasileira MCD. Ele sucede a Flor de Amor, de Omara Portuondo, Mi Sueño, de Ibrahim Ferrer, e o relançamento do Buena Vista Social Club original, gravado em Havana, mas nunca lançado no Brasil com seu livreto original.

Preço sugerido: R$ 43


MUTANTES APRESENTAM A NOVA GUITARRA DE OURO EM FESTA DA ROLLING STONE

Em outubro a revista Rolling Stone comemora dois anos no Brasil e para comemorar realizou uma festa com atrações como Boss In Drama, NX Zero, a escocesa KT Tunstall, quando apresentou a nova guitarra de Sérgio Dias, líder dos Mutantes. A guitarra Kier, além de ter sido totalmente desenhada pelo próprio Sérgio Dias foi confeccionada pelo Luthier Lee Garcia.

A guitarra tem a parte elétrica completamente feita em última geração contando já com os efeitos dentro da própria guitarra, o que a deixou com uma característica própria, mais brilhante. A peça é inteira folhada a ouro (por dentro e por fora) para uma blindagem perfeita e as partes de metal, banhadas a ouro. Segundo Sérgio Dias, a criação da nova guitarra é um passo alem da antiga Régulus dos Mutantes.

Mais Sobre Mutantes
Em abril de 2008 os Mutantes reuniram a imprensa no Teatro Municipal em São Paulo para anunciar a nova formação e fase do grupo. A ausência sentida pelos fãs e mídia em geral foi por um bom motivo: O grupo esteve ocupado com a escolha dos novos integrantes e a preparação do novo CD, com previsão para início do ano 2009.
A boa notícia veio acompanhada de outra melhor. Finalmente poderemos conhecer uma das crias do atual processo. Eis a música “Mutantes Depois”, a qual, de acordo com o Guitarrista, fala “sobre o nosso público, os reais mutantes e de cuja energia somos feitos. Como uma pessoa só”. Tal celebração ganha um sabor mais especial por acontecer justamente quando os MUTANTES completam 40 anos de história. E que história! Aliás, essa longa estrada revela a força da química que envolve o grupo – superior a qualquer um de seus integrantes. Basta um olhar mais atento. É algo mágico e que transcende épocas.

Haja vista a admiração de nomes como Kurt Cobain, Beck e Sean Lennon. Ou então, a mídia de outros países, que prestou sua reverência como empolgação. O renomado The New York Times, por exemplo, colocou os MUTANTES em sua disputada capa. “Nos fez muito orgulhosos de sermos os brasileiros que quebraram a ‘barreira do som’ com nossas guitarras feitas em casa, nossas músicas e atitudes tupiniquins”, desabafou Sérgio Dias.