CAIXA DISPONIBILIZA CPF GRATUITO PARA MULHERES

A Caixa Econômica Federal oferece às mulheres, de hoje até sexta-feira, o serviço de inscrição gratuita no Cadastro de Pessoa Física (CPF), em todas as agências do banco. A iniciativa faz parte das comemorações do Dia Internacional da Mulher, ocorrido ontem.

Segundo a Caixa, o objetivo é possibilitar o acesso das mulheres às políticas públicas do governo federal: Programa Fome Zero, Bolsa Família e o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), além de facilitar o acesso à inclusão bancária e ao microcrédito.

No site da Caixa Econômica Federal, é possível encontrar a relação das agências do banco. Para isso, basta acessar a opção "Encontre a Caixa".

O CPF é um banco de dados gerenciado pela Receita Federal do Brasil que armazena informações cadastrais de contribuintes pessoas físicas.


NO CARNAVAL TUDO PODE QUANDO O ASSUNTO É MAQUIAGEM

Quem não tem fantasia vai de maquiagem. Em dia de carnaval, todo exagero é pouco e, para quem ainda não decidiu com que look vai cair na folia, nada como uma boa dose de purpurina, cílios postiços e cores.

A hora é de ousar e tirar da gaveta cores e misturas que no dia a dia não funcionam muito bem. Na cabeça, cabelo solto pode significar chateação durante a festa. Prender é a melhor solução para ficar com tudo no lugar sem perder a classe.

— Mas isso não significa que a pessoa precise sair por aí de rabo de cavalo. Temos um milhão de opções — incentiva o maquiador e cabeleireiro Duda Braga.

Vale coque, trança e o que mais a criatividade permitir. Para enfeitar, um acessório bem colorido, com brilho ou penas, pode acrescentar um charme extra. Mas escolha os leves — adornos pesados vão fazer você se arrepender antes mesmo que a festa comece.

Se você ainda não sabe o que vai aprontar para os dias de carnaval, damos uma forcinha. Com a ajuda de Duda Braga e do também maquiador e cabeleireiro J. Estrela, veja duas sugestões criativas de cabelo e maquiagem para você se inspirar e soltar a imaginação na hora de se produzir para a festa — de dia ou de noite, afinal qualquer regra de maquiagem se anula quando chega o carnaval.

Multicores
Maquiagem
:: Sombra azul-turquesa na pálpebra toda e rente aos cílios inferiores
:: Sombra preta
:: Sombra dourada
:: Glitter azul-cobalto na parte interna da pálpebra
:: Purpurina dourada próxima à sobrancelha, na testa, têmporas e nariz
:: Batom cor-de-rosa com fundo azulado
:: Blush marrom com brilho dourado
Se nem o carnaval parece motivo o bastante para você se jogar nas cores, dá para entrar no clima usando tons um pouco mais sóbrios. O truque é exagerar nas formas e no brilho da maquiagem.
O glitter azul, a purpurina dourada e os cílios postiços exagerados dão o tom da festa e servem também para iluminar o make-up.
— Dá para encarar um baile de carnaval um pouco mais sofisticado, por exemplo — diz Estrela.
Dica
Para segurar o glitter no lugar, um truque de profissional: aplique um pouquinho de gloss labial no lugar onde você quer colocar o glitter dando leves batidinhas com o dedo. Ele vai funcionar como uma espécie de cola. Na hora de escolher o glitter, não vale o de papelaria.
— Alguns são feitos de vidro e podem machucar seriamente o olho — diz o maquiador Duda Braga.
Fique com os que são próprios para maquiagem.
Cabelo
Se o baile é sofisticado, o penteado também pede um certo glamour. O coque lateral é rápido e bom para manter os fios comportados durante a festa. Quem não tem cabelão pode falsear o volume do coque desfiando os fios com um pente. A ideia é que ele fique com cara de malfeito, com fios arrepiados e um pouco bagunçados, então não perca tempo tentando deixar tudo perfeitinho. Spray fixador ou cola para cabelo vão ajudar a deixar tudo no lugar. O acessório de penas é leve, não atrapalha a folia e dá o recado de que a festa é de carnaval.


MULHERES SENTEM MAIS ATRAÇÃO QUANDO NÃO SABEM O QUANTO O HOMEM ESTÁ A FIM

Um estudo publicado no jornal Psychological Science descobriu que a mulher se sente mais atraída quando não sabe ao certo o quanto o homem gosta dela. Por outro lado, várias pesquisas apontam que uma pessoa geralmente gosta da outra quanto mais sabe que a outra gosta dela.

— Se queremos saber o quanto Sarah gosta de Bob, um bom indicador é o quanto ela acha que Bob gosta dela — escrevem os autores Erin R. Whitchurch e Timothy D. Wilson, da Universidade de Virginia e Daniel T. Gilbert, da Universidade de Harvard. — Mas e se Sarah não estiver certa do quanto Bob gosta dela?" Isto pode levar Sarah a passar um bom tempo pensando em Bob, em como ele se sente, e ela provavelmente vai achá-lo mais atraente se prestar atenção nele.

Quarenta e sete mulheres estudantes da Universidade de Virgínia participaram do estudo acreditando que o objetivo era saber se o Facebook poderia ser usado como site de encontros. Elas pensavam que estudantes masculinos de outras duas universidades tinham visto seus perfis e de outras 20 mulheres.

Em seguida, as mulheres viram os perfis fictícios de quatro homens acreditando que eram reais. A algumas foi dito que aqueles homens eram os que mais tinham gostado delas; a outras, que aqueles homens as classificaram como acima da média. A um terceiro grupo as duas coisas foram ditas — e essas mulheres, portanto, não sabiam o nível de interesse dos homens nelas.

As mulheres que acreditavam que os homens gostavam muito delas sentiram-se mais atraídas que as mulheres que achavam que os homens gostavam delas na média. No entanto, as mulheres acharam mais atraentes os homens que não sabiam se estavam a fim delas ou não.

— As mulheres do estudo tomaram suas decisões baseadas em informações mínimas sobre os homens, mas não é uma situação muito diferente de quem marca encontros pela internet — dizem os pesquisadores. — Para quem vai marcar o primeiro encontro, um conselho pode ser útil: manter o outro no escuro sobre seus sentimentos pode aumentar o interesse.


LEITE MATERNO É ALIADO NO VERÃO

Em qualquer época do ano, o leite materno é o alimento mais seguro e completo para os bebês de até seis meses. No verão, as mamadas se transformam também em aliadas da mãe, que, desde que tome alguns cuidados básicos, pode se programar inclusive para ir à praia sem preocupação ou para ter um tempinho livre longe dos pequenos.

De acordo com a pediatra Maria Emília Soares, responsável técnica do Banco de Leite do Fêmina e coordenadora da Rede Gaúcha de Bancos de Leite Humano, nesta época do ano, a mãe precisa se hidratar muito, beber líquidos com frequência – principalmente água – e priorizar alimentos refrescantes, como frutas e verduras.

– Os cuidados devem ser principalmente para aquelas que têm bebês que gostam de ser amamentados diversas vezes ao dia. É preciso uma dieta bem hidratante para repor nutrientes – explica a médica.

Para facilitar a rotina, a dica é guardar o leite materno, que tem prazo de validade de até 12 horas na geladeira e de até 15 dias no freezer. Para acondicioná-lo, é importante colocá-lo em um recipiente limpo e esterilizado, na parte de dentro da geladeira (não na porta) e afastado de alimentos que podem trazer odor.

Na hora de servir, aqueça-o em banho-maria e agite-o de leve. O ideal é servir o leite em copinhos, para que a criança não se acostume com a mamadeira.


O PROMISSOR MERCADO DAS SEX SHOPS

Sucesso de público e nem tanto de crítica, a comédia nacional De Pernas pro Ar colocou em discussão a busca feminina por autoconhecimento e prazer. Embora esbarre em clichês, a protagonista Alice, vivida por Ingrid Guimarães, é a típica mulher casada viciada em trabalho que quase não tem tempo para outras atividades. Nessa correria, ela acaba negligenciando a família e a vida sexual, que só é redescoberta depois que decide tornar-se sócia de uma sex shop. Se livrar de certos pudores e encarar sua sexualidade são mesmo essenciais para os que pretendem prosperar no ramo. Mas se engana feio quem dissocia a atividade de um negócio sério e lucrativo.

É claro que aqueles que decidem investir no setor adotam um ambiente de trabalho e um vocabulário bastante diferentes de outras profissões.

— Antes de vir trabalhar aqui (numa sex shop), não costumava falar em orgasmo e vagina. Agora falo isso com a maior naturalidade — conta, rindo, uma vendedora que não quis ser identificada.

O anonimato, explica, nem é uma questão de pudor, mas um cuidado para preservar as histórias dos clientes. Discrição, bem como a naturalidade, é imprescindível no ramo.

— Eu nunca pergunto nada e sempre estou disposta para tirar qualquer dúvida. Por isso, estudo, faço cursos... — revela a vendedora, senhora casada, na faixa dos 50 anos.
Para ela, o trabalho é um exercício diário, já que se considera “de outra época”, quando não havia muito espaço para falar sobre sexo.

Ramo sedutor
Depois de fazer um curso de sensualidade há mais de uma década, a empresária Vlaucia Olmi, 44 anos, virou uma espécie de consultora das amigas para assuntos ligados à autoestima. Anos mais tarde, decidiu ministrar aulas para grupos a fim de transmitir o conhecimento adquirido. Nas classes de strip-tease, pompoarismo, técnicas de sedução, entre outros, percebeu que podia ampliar sua atuação e há cerca de dois anos montou a boutique erótica InDecency, sem abandonar os cursos.

A loja tem vitrine e porta aberta para a calçada da Rua Bento Gonçalves, no Centro de Caxias do Sul. Não é escura, escondida ou decorada em tons avermelhados. Já na entrada, os clientes se deparam com um visual de estabelecimento tradicional, que em nada remete à luxúria: araras e cabides servem como suporte para lingeries e camisolas, a maioria bem refinada. Na sala de trás estão os artigos eróticos. Fantasias, vibradores, próteses de todos os tamanhos e formatos ficam expostos para que o cliente possa observar e perguntar à vontade.

— Olhando para a pessoa que entra, nunca dá para imaginar o que ela quer. Tempos atrás um senhor de idade esteve aqui e eu imaginei que ele estava perdido, ia pedir informação. Mas ele queria uma prótese. Pediu para enrolar e colocou dentro da sacola — recorda Vlaucia.

Clientes são variados
A clientela é diversificada: de idosos a garotas recém saídas da adolescência, cada um com suas preferências. Gays e prostitutas são minoria.

— As mulheres quase sempre sabem exatamente o que procuram. Os homens ainda têm uma certa resistência, às vezes dizem que o produto é para um amigo (risos). Eles acham que sabem tudo na cama, mas na verdade são elas que estão comandando! — avalia a atenta observadora.

Existem cuidados básicos para não expor os clientes: o nome da sacola e da nota, bem como o que aparece na fatura do cartão de crédito, não denunciam a passagem pela loja.

— Muitas gurias dizem que os pais nem podem sonhar que elas fazem compras em sex shop. Coitadas dessas mães, se soubessem... — suspira a vendedora.

A vergonha é um dos únicos obstáculos para os curiosos, já que os preços não chegam a ser absurdos. Dá para comprar gel excitante que aquece a área onde é aplicado por cerca de R$ 15. E existem potinhos para os mais variados interesses: esquentar, gelar, com sabor, lubrificante, prolongador de ereção... Os mais pedidos, segundo Vlaucia, são os que se referem ao sexo anal. Tabu à parte, a preferência é apontada como a nova tendência entre os casais.

Há clientes que levam um kit completo, com direito a noite em motel, fantasias e acessórios. Segundo a vendedora, muitas pessoas exageram na expectativa e se frustram, porque não conseguem usar tudo de uma vez só.

— Acho que as pessoas estão com medo de se relacionar de verdade. Está tudo muito fácil — filosofa.

Às vezes, uma pitada de conservadorismo aparece no discurso de quem trabalha no ramo. Como boa ouvinte, a vendedora não questiona ninguém, mas tem suas próprias convicções. Mãe de um rapaz jovem e solteiro, percebe que a busca pelo prazer efêmero é uma constante e acredita que a busca pelo sexo performático pode ser uma forma de sublimar a solidão:

— Tem mulher que quer um homem. Vem aqui, compra um perfume afrodisíaco e consegue uma companhia. Mas não passa disso, ela acaba ficando carente.


DOCUMENTÁRIO SOBRE ORGASMO DISCUTE OS MITOS DO PRAZER FEMININO

A edição de vídeos eróticos para um laboratório farmacêutico foi o ponto de partida da jornalista Liz Canner, que durante o trabalho começou a questionar como a indústria dos medicamentos trata o prazer feminino. A fábrica estava envolvida na produção do primeiro Viagra para mulheres, e Liz começou a acreditar que os médicos estavam inventando uma doença para vender remédios.

Assim nasceu o documentário Orgasm Inc., sobre os bastidores das campanhas de marketing da indústria farmacêutica e a forma como as mulheres lidam com o próprio prazer.

– Estava cansada de falar sobre pobreza, assassinatos e crises econômicas. Queria algo que me desse prazer. E o que é melhor do que investigar as formas de aumentar o meu próprio prazer e também ajudar mulheres em todo mundo? – disse Liz à rede de notícias ABC.

No documentário, a jornalista investiga de onde vêm os bilhões de dólares gasto anualmente pelas farmacêuticas para criar soluções que tratem as disfunções sexuais femininas. Também discute até que ponto a falta de desejo é realmente um problema.

– Não queria fazer uma denúncia, mas percebi que as revistas, os jornais e a equipe de marketing dos grandes laboratórios estão criando uma cultura na qual as mulheres estão sempre insatisfeitas com sua sexualidade, achando que precisam fazer mais sexo e ter mais orgasmos o tempo todo.

Uma das histórias que mais chamam a atenção no filme é a de Charletta, uma mulher de meia-idade que concorda em colocar eletrodos em sua coluna para aumentar a frequência dos orgasmos.

Para Liz, os obstáculos do prazer não costumam ser hormonais, mas sim psicológicos, e é por isso que é tão difícil criar um remédio que aumente o prazer feminino.

– Durante a pesquisa, percebi que a libido das mulheres cai por causa do excesso de trabalho, relacionamentos ruins, falta de informação e abusos sexuais. Quem tem autoridade para dizer o que é um orgasmo normal.



COPA, ELEIÇÃO E NOVELA LIDERA ESCOLHA DE NOMES DE BEBÊS EM 2010

Júlia, Sophia, Isabella, Maria Eduarda e Giovanna entre as meninas; Gabriel, Davi, Miguel, Arthur e Matheus entre os meninos. Em 2010, esses foram os nomes campeões de ocorências do Oiapoque ao Chuí.

Pelo segundo ano seguido, o site BabyCenter Brasil divulgou o ranking dos 100 nomes de bebê mais usados no Brasil. Como o Brasil não tem estatísticas oficiais sobre nomes, a lista do portal é uma das fontes mais completas sobre o assunto no país, baseando-se no cadastro de 43.800 bebês nascidos ao longo de 2010.

Eventos que marcaram o ano, como a eleição presidencial, a Copa do Mundo e até as novelas globais tiveram influência na lista de 2010. Campeão dos nomes de menino no Brasil pelo segundo ano seguido, Gabriel é também o nome do primeiro neto de Dilma Rousseff, nascido em Porto Alegre na reta final da corrida presidencial. Já entre as meninas, o nome Marina acompanhou o sucesso da candidata do Partido Verde e subiu sete posições no ranking, chegando ao 33º lugar.

Em ano de Copa, o nome do goleiro Júlio César (assim como o papel do jogador na pífia campanha da Seleção Brasileira) foi o que se salvou e disparou, subindo 14 posições no ranking dos 100 nomes e tornando-se o 11º nome duplo mais dado para meninos. Ainda foram cadastrados no BabyCenter Brasil dois bebês Sneijder (o carrasco holandês da Seleção), cinco Riquelmes e até um Lionel Messi.

Da TV para as maternidades, personagens da novela Viver a Vida foram responsáveis por carregar alguns nomes para cima no ranking: Rafaela, Miguel, Felipe e Bruno subiram e estão entre os 10 mais para meninos e meninas. Já os nomes de filhos de celebridades, como Benício (de Luciano Huck e Angélica), Benjamin (de Gisele Bündchen e Tom Brady) e Kyara (de Joana Prado e Vítor Belford) também subiram na lista