ALIMENTAÇÃO
SAUDÁVEL AJUDA A TER CABELOS BONITOS
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O
cabelo sempre foi uma das maiores preocupações
femininas desde os tempos de Cleópatra, que
utilizava diferentes penteados e tonalidades. Qualquer
novidade no segmento capilar vira uma "febre" visto
que mundo afora todas as mulheres querem algo milagroso.
Quem tem fios lisos querem enrolados, outras querem
as madeixas iguais das orientais, poderia ser loira,
ruiva e para a alegria dos profissionais do ramo, os
salões vivem cheios. Mas, o que todas as mulheres
querem são fios vitalizados.
—
No entanto, não adianta somente fazer regularmente
hidratações com máscaras capilares
porque uma das causas da desnutrição
do cabelo é a má alimentação.
Sendo assim, o importante é aliar o uso de bons
produtos com alimentos ricos em zinco, selênio,
ferro, vitaminas C e complexo B — afirma a nutricionista
Rita de Cássia Leite Novais, da Consultoria
Alimentar.
Rita
de Cássia comenta que a anemia e o hipotireoidismo
fazem com que os fios fiquem sem força, se tornam
secos, quebradiços e caem.
—
Uma alimentação inadequada em nutrientes
contribui para o enfraquecimento do bulbo capilar.
A dieta deve ser rica em proteínas de alto valor
biológico (carne, peixe, ovos, iogurte desnatado,
verduras, frutas, sementes oleaginosas, grãos
e cereais integrais).
Vitamina
C => presente em frutas cítricas
e tomate, é um antioxidante importante para
o organismo, melhora a irrigação sanguínea
e com isso estimula o crescimento dos fios;
Vitamina A => controla a produção
de sebo no couro cabeludo e está presente em
alimentos como óleo de fígado de peixe,
espinafre, cenoura, gema de ovo, vegetais amarelos
ou verde-escuros, melão e pêssego, cenoura,
mamão, abóbora e acelga.
Vitaminas do complexo B => auxiliam na renovação
celular e no crescimento saudável dos fios estando
presentes nas carnes magras, peixes, frutos do mar,
leite, vegetais folhosos, legumes, grãos e nozes,
cereais (arroz integral, aveia, trigo), ovos, semente
de girassol, ervilhas, repolho e agrião.
Zinco, Cobre, Ferro, Iodo , Selênio=> ajudam
no fortalecimento e crescimento dos cabelos e encontrados
principalmente em: carnes vermelhas e brancas, fígado,
frutos do mar, gérmen de trigo, cereais integrais,
peixes de água salgada, dentre outros.
Vitamina F => a carência de vitamina F (ácidos
graxos essenciais) Omega 6 e Omega 9 causa uma desorganização
no processo de queratinização do couro
cabeludo, estimulando o aparecimento da caspa. Estão
presentes no abacate, azeite, sementes de linhaça,
sementes oleaginosas e peixes gordos, como salmão,
atum, sardinha etc.
Cálcio => faz com que o cabelo fique frágil
e quebradiço. Estão presentes nos óleos
vegetais (amendoim, linhaça, girassol), amêndoas
e abacate, algas, leite e derivados, agrião,
salsa, beterraba, brócolis, couve vegetais verde-escuros.
Biotina => altera o ciclo de crescimento do cabelo,
aumentando a duração da fase da queda
natural dos fios. Suas fontes são carnes, gema
de ovos, leite, peixes e nozes. |
CONFIRA
7 DICAS PARA COMER BEM FORA DE CASA E EMAGRECER
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Para
quem come fora de casa todos os dias, manter um dieta
saudável é um desafio
constante. Segundo a nutróloga e médica
ortomolecular Liliane Oppermann, isso acontece porque
nos restaurantes self services a oferta de alimentos é muito
grande e fica fácil se entregar às tentações
e aos exageros.
Liliane
criou uma lista com sete dicas para você emagrecer
de maneira saudável comendo fora da sua casa.
01 — O que comer primeiro
Coma sempre a salada primeiro. Consequentemente,
você comerá menos
no prato principal. Novos estudos têm mostrado
ainda que incluir ovo na salada faz diminui o apetite.
Isso devido a albumina presente na clara, e a gordura
da gema que prolongam a saciedade.
02 — Coadjuvantes
Para que o efeito de saciedade seja potencializado,
experimente acrescentar quinua cozida ao seu prato.
Atualmente, muitos restaurantes estão adotando
esta linha naturalista. Na falta da quinua, procure
grãos como grão de bico, lentilha, ervilha
ou milho.
O mecanismo que envolve a saciedade são dois,
um devido a maior exigência na mastigação
e o outro devido as fibras presentes na casca que envolve
os grãos.
03 — Mais cálcio
Estudos recentes têm apontado o cálcio
como um acelerador da perda de peso. Por isso,
prefira consumir molhos na salada que tenham o iogurte
como
base. Assim, ele passa a ser o terceiro truque
que utilizamos na salada para comer menos no prato
principal.
04 — Na hora de se servir
É
preciso redesenhar mentalmente o prato. Nos self services,
os pratos são maiores para que a pessoa possa
enchê-lo inteiramente sem perceber.
Então, mentalmente, divida-o em quatro. tente
usar a seguinte proporção:
:: ¼ para a salada crua;
:: ¼ para a refogada;
:: ¼ para a proteína principal;
:: ¼ para o carboidrato (arroz, batata, massa).
05 — Não coma de menos
Alimentação balanceada não tem
apenas salada em sua composição. Há quem
pule a parte dos pratos quentes e come só salada
achando que está fazendo a coisa certa. É preciso
privilegiar todos os grupos alimentares.
Além disso, muitas saladas, principalmente as
que vão maionese e creme de leite, podem apresentar
um teor calórico maior do que um prato de arroz,
feijão e carne. Na dúvida escolha salada
puras e acrescente limão, sal ou mesmo
um molho de iogurte.
06 — Azeite de oliva
O Azeite de Oliva ganhou fama de saciador
da fome e combatente da gordura abdominal.
No
entanto, a diferença
entre o remédio e o veneno é só a
dose.
Portanto não ultrapasse a medida de uma colher
de sopa nas suas refeições. E fique de
olho nos rótulos, pois muitos temperos e azeites
são misturados ao óleo de
soja. Portanto, opte sempre pelo azeite
extra virgem.
07 — Não é necessário fugir
da sobremesa
Os buffets de sobremesas não precisam ser excluídos
da sua refeição. Mas a parcimônia é a
regra. Para não comprometer a balança,
o ideal é comer uma boa salada de fruta ou gelatina
e pegar um pedaço pequeno de algum doce para
finalizar. |
NUTRICIONISTA
APONTAM IMPORTÂNCIA DO LEITE NA LANCHEIRA DAS
CRIANÇS
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Apesar
da correria da volta às
aulas, a lancheira das crianças deve ser prioridade.
De acordo com a nutricionista Ana Beatriz Barrela,
a alimentação é um aspecto fundamental
para a promoção da saúde dos pequenos
e o consumo de leite é essencial na infância.
—
Nesta fase os hábitos alimentares saudáveis
devem ser estimulados, e para isso, uma lancheira saudável,
com uma porção de cálcio, deve
fazer parte da rotina diária das crianças — esclarece
Ana Beatriz.
Ainda
segundo a profissional, o cálcio é um
dos nutrientes mais importantes para as crianças,
já que o mineral participa de diversos processos
metabólicos e da formação de ossos
e dentes.
—
Para estimular o consumo de leite, os aromatizados
em embalagens longa vida podem ser uma boa opção,
já que garantem a ingestão de proteínas
e cálcio e, para sua conservação,
não é necessário refrigeração — explica
a profissional.
Isso
porque, no verão, pode ser arriscado incluir
leite e seus derivados na lancheira devido à necessidade
de refrigeração.
De
acordo com dados coletados a partir do estudo americano
The National Health and Nutrition
Examination Survey,
crianças e adolescentes que consomem leite aromatizado
ingerem uma quantidade significativamente maior de
leite do que os que optam pela bebida pura. Por consequência,
adquirem maior quantidade de vitamina A, cálcio,
fósforo, magnésio e potássio.
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ESPECIALISTAS
APONTAM CUIDADOS COM DIETA DESINTOXICANTE
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As
dietas desintoxicantes, conhecidas como detox, permeiam
a medicina chinesa há milênios,
mas caíram no gosto popular depois que estrelas
como a atriz Gwyneth Paltrow e a cantora Beyoncé enxugaram
os quilos extras à base de sucos, água
mineral e chás de efeito laxante. A partir daí,
o perigo passou a rondar a saúde de milhares
de ocidentais, que, por conta própria, buscam
o corpo perfeito em um cardápio hipocalórico
(com menos calorias do que o exigido pelo ritmo normal
de cada pessoa) e absolutamente pobre do ponto de vista
nutricional.
Médicos nutrólogos que indicam os métodos
de desintoxicação orgânica alertam
que o objetivo deles é eliminar as substâncias
nocivas que entram no organismo pela ingestão
de alimentos não saudáveis. Esses especialistas
são unânimes: as detox devem ser bem indicadas
e fazem parte de um planejamento detalhado, que avalia
necessidades individuais.
O
médico naturalista Augusto Vinholis diz que
a expressão detox é apenas um modismo.
A verdadeira desintoxicação orgânica
demanda um programa no qual a restrição
alimentar é apenas o primeiro passo para se
tratar doenças nem sempre percebidas e educar
o organismo para a ingestão de produtos benéficos,
conquistando qualidade de vida.
Segundo
ele, todos os dias as pessoas entram em contato com
elementos venenosos para a máquina humana.
Entre os vilões estão o açúcar,
o sal, o álcool, as gorduras, o ar poluído,
o cloro da água tratada, os conservantes, os
resíduos da carne vermelha, as noites maldormidas,
o estresse e tudo o que prejudica corpo e mente.
—
A simples ingestão de líquidos não
traz benefícios. A dieta deve ser feita por
cinco dias, com acompanhamento médico, e serve
para baixar o metabolismo — pontua.
Vinholis
explica que práticas terapêuticas
como shiatsu, massagem linfática, ginástica,
hidroterapia, ventosaterapia, acupuntura auricular,
hidrocolonterapia e massagem ayurvédica são
essenciais para o tratamento. São elas que facilitam
a faxina, a retirada das toxinas nos órgãos.
—
Com a dieta orientada, o corpo entra em repouso, fica
limpo. As terapias complementares proporcionam a revitalização.
Feito em clínicas, o programa de desintoxicação é uma
UTI natural. O paciente tem atenção 24
horas por dia. O corpo reage às mudanças
e isso deve ser acompanhado — reforça.
Nos
três primeiros dias do tratamento, são
oferecidos sucos variados. A partir do
quarto dia, frutas, saladas e alimentos cozidos e
crus.
—
Depois, o organismo deve ser reconstituído com
vitaminas e sais minerais. Primeiro o livramos dos
radicais livres, depois oferecemos a ele os antioxidantes.
A perda de peso é natural, mas vem com saúde — garante.
O
médico José Humberto Gebrimm, nutrólogo
pela Associação Brasileira de Nutrologia
(Abran), garante que o segredo é o equilíbrio
e que a desintoxicação é importante
para preparar o corpo a receber os alimentos saudáveis.
—
As restrições não devem ser absolutas
e são feitas por um curto período de
tempo, três dias no máximo, que podem
ser repetidos periodicamente. Depois disso, o paciente
aprende a moderar sal, açúcar, farinha
de trigo e gorduras. Não é preciso tomar
somente líquido para atingir resultados significativos — acredita
Gebrimm.
O
especialista comenta que atende diariamente homens
e mulheres que
passaram por
falsas dietas desintoxicantes — muitas
delas baseadas em um regime de semi-inanição,
que debilita o organismo e produz um efeito desastroso.
Em vez de prevenir, promovem as doenças.
— É claro que se perde peso. Afinal, não
se ingere quase nada. Mas esse é um comportamento
de risco e os quilos perdidos voltam revigorados. O interessante é conquistar
os bons hábitos e se exercitar sempre. O equilíbrio
vem nas duas esferas: corporal e emocional — afirma
o médico, que aconselha, dependendo do caso, a
lavagem intestinal no começo
do tratamento.
Limpeza
controversa
Objetivo
As dietas desintoxicantes visam
eliminar do organismo as substâncias químicas com efeitos prejudiciais à saúde
e ao bem-estar ingeridas cotidianamente
Mecanismo
- A eliminação de substâncias nocivos é feita
pela ingestão de alimentos saudáveis,
que supostamente "limpam" o corpo
das toxinas provenientes do consumo excessivo
de produtos com baixa
qualidade nutricional
- Para isso, certos alimentos
são
banidos por um tempo determinado
- Em geral, é feita uma dieta líquida,
com sucos de frutas por um ou dois dias
- Alimentos com arroz integral,
frutas e legumes no vapor
são liberados
do terceiro ao oitavo dia
- Finalmente, outros alimentos,
com exceção
da carne vermelha, de trigo, de açúcar,
de ovos e de pré-embalados podem ser ingeridos
depois da "faxina"
Prós x contras
Vantagens
- Especialistas que indicam
as detox acreditam que, desde
que
acompanhada
por médicos e nutricionistas,
as dietas de desintoxicação realmente
eliminam elementos danosos à saúde
Desvantagens
- Especialistas que a contraindicam
alertam que as dietas de
desintoxicação podem provocar
distúrbios metabólicos e deficiência
de minerais, como cálcio, magnésio e
potássio. A restrição do sal pode
causar desidratação e fraqueza
- Esses especialistas alegam
que não há estudos
científicos que comprovam benefícios
das detox e que a privação extrema de
nutrientes pode causar anemia e até problemas
cardíacos. |
DIETA
RICA EM FAST FOOD E ALIMENTOS PROCESSADOS PODE
DIMIUIR O Q.I.
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Pessoas com dieta rica
em comida processada podem apresentar Q.I. ligeiramente
mais baixo, de acordo
com um amplo estudo divulgado no Journal of Epidemiology
and Community Health da British Medical Association
(BMA) e que já está sendo aclamado como
o mais abrangente do tipo. A conclusão da pesquisa é o
resultado do acompanhamento de 14.000 crianças
nascidas na Inglaterra entre 1991 e 1992, que tiveram
a saúde e o bem-estar monitorados aos três,
quatro, sete e oito anos e meio.
Os pais das crianças foram orientados a preencher
questionários que perguntavam, entre outras
coisas, o que seus filhos comiam e bebiam. Três
padrões de dieta foram então identificados:
o primeiro, rico em gorduras processadas e açúcar;
o segundo, uma dieta "tradicional" com base
em carne e vegetais; e o terceiro, considerado "saudável",
com muita salada, frutas e vegetais, além de
macarrão e arroz.
Quando
as crianças chegaram aos oito anos e
meio, seu Q.I. (sigla para quociente de inteligência)
foi medido através de uma ferramenta padrão
conhecida como Escala de Inteligência de Wechsler.
Entre as 4 mil crianças cujos dados estão
completos, é possível perceber uma diferença
significativa de Q.I. daquelas que consumiam comida
processada em relação às submetidas
a uma dieta saudável nos primeiros anos da infância.
Ao
todo, 20% das crianças participantes consumiam
grande quantidade de comida processada, e o Q.I. médio
aferido entre elas é 101. Já entre os
20% alimentados de maneira saudável, o Q.I.
médio é 106.
— É uma diferença muito pequena, não é uma
diferença vasta — admite Pauline Emmett,
uma das autoras do estudo, que pertence à Escola
de Medicina Social e Comunitária da Universidade
de Bristol.
—
No entanto, ela as torna menos capazes de lidar com
a educação, menos capazes de lidar com
algumas coisas na vida — acrescenta.
A
associação entre nível de Q.I.
e nutrição é um ponto polêmico
e exaustivamente debatido, uma vez que pode ser influenciada
por inúmeros fatores como o contexto social
e econômico de cada indivíduo. É possível
argumentar, por exemplo, que uma família de
classe média tem mais interesse (ou mais condições)
de servir uma refeição saudável
aos filhos, além de dar mais estímulo à criança
para que consuma alimentos saudáveis, em comparação
com famílias mais pobres.
Emmett
explica que sua equipe dedicou especial cuidado para
neutralizar este tipo de fator
na aferição
dos dados.
—
Temos todo o controle do nível educacional da
mãe, da classe social da mãe, sua idade,
se vive em casa própria, o que aconteceu em
sua vida, qualquer coisa errada, o ambiente da casa,
se há livros ou se assiste muita televisão,
coisas assim — diz a pesquisadora.
Além disso, afirma, o tamanho do eStudo
não
tem precedentes na área.
— É uma amostra gigantesca, é muito maior
do que qualquer coisa que alguém já tenha
feito — acrescentou, em entrevista à AFP.
Emmett
enfatiza, entretanto, que ainda são necessários
mais trabalhos para descobrir se este impacto no Q.I.
das crianças continua à medida que envelhecem.
Sobre por que uma dieta rica em 'junk food' teria esta
influência sobre a inteligência, a pesquisadora
sugere que a falta de vitaminas e minerais vitais para
o desenvolvimento do cérebro, adquiridos em
pouca quantidade em alimentos processados, em um momento
fundamental da infância, pode ser responsável
pela diferença.
—
Uma dieta de 'junk food' não proporciona um
bom desenvolvimento do cérebro — conclui. |
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por Lorena Rosa
Há quem
sustente que a tilápia é o peixe citado
na passagem bíblica da multiplicação
dos alimentos, quando Jesus conseguiu saciar a fome
de uma multidão apenas a partir de dois peixinhos
e um punhado de pães. A teoria tem fundamento,
pois algumas espécies de tilápia são
originárias da região do Oriente Médio
e norte da África. Mas, seja ou não o
peixe que o Evangelho fala, multiplicação é com
a tilápia mesmo. Ela tem notável capacidade
de reprodução, o que torna muito mais
trabalhoso conter a proliferação do
que promover o acasalamento.
Suas
qualidades não se resumem a prolificidade. Possui
carne de sabor suave e pouca gordura, diferentemente
da maioria dos peixes de água doce. Também
oferece boa conversão alimentar e crescimento
veloz, suporta níveis baixos de oxigênio
na água e pode até mesmo ser submetida à criação
em água salgada.
A
predileta dos piscicultores é a Oreochromis
nilotiis, ou tilápia-do-nilo pois dela se tira
bons filés.
A
produção global é por volta de
um milhão de toneladas .
O
processo de industrializados da tilápia tem
sido feito em escala reduzida, mas a resposta do mercado
tem aumentado o número de estabelecimentos envolvidos
nesta atividade.
Os
primeiros registros de tilápia na América
Latina datam do final da década de 40 e início
da década de 50. Talvez tenham entrado pelo
Panamá e Costa Rica a partir da Ásia.
Desde então espalharam-se e são cultivadas
em toda América Latina.
É possível
fazer embutidos de tilápia como mortadela e
salsicha, e dos resíduos, fabricar silagem.
Outro
produto é a pele, que depois do processo de
curtume é muito apreciado no mercado internacional.
Os
machos adquirem peso mais rápido do que as fêmeas
e elas guardam os ovos na boca após a fecundação.
Devido
a todas estas qualidades, o consumo tem aumentado e
chegado a restaurantes e até lanchonetes de
todo o país.
Receita: filé de tilápia
a inglesa com molho de mostarda
Ingredientes
para a tilápia: 800 gramas de filé de
tilápia, sal e pimenta do reino a gosto, 50
gramas de manteiga derretida, 70 gramas de pão
dormido(do dia anterior, levemente endurecido) e 20
gramas de salsa picada
Ingredientes
para o molho de mostarda: ½ litro de leite,
1 cebola pequena, 1 folha de louro, 4 cravos da índia,
50 gramas de manteiga, 3 colheres de sopa de farinha
de trigo, sal, pimenta do reino moída e noz
moscada, 100 gramas de nata e 100 gramas de mostarda
picante.
Modo
de fazer:tempere os filés com sal e pimenta.
Passe na manteiga derretida e depois na mistura de
pão com salsa. Disponha-os em uma assadeira
e leve para assar por 10 a 12 minutos em forno médio.
Retire e sirva com o molho de mostarda.
Molho:
espete os cravos na cebola, junte o leite e o louro
e ferva. Deixe esfriar, misture a margarina e a farinha
de trigo, leve ao fogo, mexendo sempre até engrossar.
Depois de pronto, misture a nata e a mostarda.
Sirva
com o peixe , acompanham muito bem o prato: batatas
souteé, legumes salteados ou arroz com brócolis.
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CONHEÇA
AS PROPRIEDADES DE 8 TEMPEROS
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Temperar
os alimentos com ervas, além de ser uma ótima
forma de reduzir o consumo de sal, agrega uma série
de benefícios à saúde. Segundo
a nutricionista e membro da Associação
Brasileira de Nutrição (ASBRAN) Jacira
Conceição dos Santos, os temperos naturais
têm efeitos terapêuticos em pequenas doses.
— As pessoas usam muito temperos artificiais ou
produtos quimicos, quando os temperos naturais, mesmo
desidratos ou em pó, acrescentam nutrientes e
sabor aos alimentos — explica ela, recomendando
que as ervas sejam usadas frescas
Entre
os temperos mais comuns, estão o orégano,
a salsinha e o mangericão. Mas também existem
opções como o endro, que ajuda a aliviar
cólicas intestinais, e o tomilho, com propriedades
expectorantes e vermífugas.
Confira
uma lista de temperos e seus benefícios:
ORÉGANO
Uso
culinário: O orégano pode ser usado
em molhos à base de tomate, massas, vegetais refogados,
saladas e pizzas. O sabor e as propriedades terapêuticas
se perdem com o cozimento, por isto deve ser colocado
no final da preparação.
Uso
terapêutico: É digestivo, diminui a
formação de gases, Pode ser tomado puro
ou adicionado a outro chá digestivo, como o de
camomila, erva doce, cidreira, hortelã ou capim
limão, após as refeições,
para diminuir as fermentações digestivas.
ALECRIM
Uso
culinários: É uma erva de sabor picante
e amargo. Dá sabor especial em carnes de frango,
batatas e risotos.
Uso
terapêutico: Serve como tônico cardíaco
e tem ação no pulmão e fígado. É um
estimulante geral e hipertensor, é digestivo,
reduz a formação de gases, e tem propriedades
antioxidantes (que combate os radicais livres do organismo).
Cuidados:
Como é hipertensor, o chá, em
uso contínuo, não deve ser utilizado por
pessoas com hipertensão (pressão alta).
Uso
terapêutico: O cheiro de alecrim tem fama
de manter a pessoa alegre. Também é considerado
um símbolo de amizade.
SALVIA
Uso
culinário: Pode ser usado como tempero de
carnes de gado, carneiro, pato, manteigas, omeletes e
também combina com tomates.
Uso
terapêutico: É utilizada como digestivo,
combate gengivite e faringite. Friccionada nos dentes
e gengivas faz assepsia e clareia os dentes.
ENDRO
(também conhecido como aneto ou dill)
Uso
culinário: As folhas são usadas em
saladas, peixes, frutos do mar, batatas, repolho, couve-flor
e raízes. As sementes podem ser usadas em carnes
ou em conservas, saladas e molhos de iogurte. As semente
moídas são usadas também em massas
de tortas e biscoitos.
Uso
Terapêutico: É indicado para o tratamento
de distúrbios digestivos, falta de apetite e indigestão. É um
dos ingredientes usados para aliviar cólicas intestinais.
SALSA
Uso
culinário: Na cozinha, usamos a salsa em
qualquer tipo de alimento salgado. Ela deve ser acrescentada
no final do cozimento para não perder o aroma.
Uso
terapêutico: A salsa é diurética,
combate os gases intestinais, facilita a expectoração,
melhora a digestão, abre o apetite, contém
grande quantidade vitamina A, vitaminas do grupo B e
minerais.
TOMILHO
Uso
culinário: Compõe o grupo das Ervas
de Provença, junto com a sálvia, segurelha
e alecrim. Aromatiza carnes e guisados, tempera alimentos
cozidos no vinho, patês, molhos e pães.
Também dá sabor especial à caldos,
sopas e marinados.
Uso
Terapêutico: Tem propriedades anti-sépticas,
tônicas, antiespasmódicas, expectorantes
e vermífugas.
ERVAS FINAS
Composição: salsa, cebolinha, estragão
e tomilho
Uso
culinário: Pode ser usada em molhos de saladas,
peixes, ovos, molhos de tomate, aves, carnes, cordeiro
e vegetais cozidos. Adicione sempre no final do cozimento.
MANJERICÃO
Uso
culinário: É o principal ingrediente
do tradicional molho pesto. Usado em pizzas, omeletes,
saladas,massas, assados, molhos,sopas, queijos, carnes.
Também no tempero de berinjela, pimentão,
sopa de tomate, recheio para frango, peru, vitela e vinagrete.
Pode ainda servir de tempero a frutos do mar ensopados.
Deve ser acrescentado quando o prato estiver bem no fim,
pois perde o sabor com o calor. Combina muito bem com
outras ervas.
Uso
Terapêutico: Chá usado para gastrite,
azia, nervosismo e instabilidade. |
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DEIXAR
AS CRIANÇAS AJUDAREM NA PREPARAÇÃO
DOS PRATOS ESTIMULA BONS HÁBITOS
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Convencer
as crianças a comer bem não é tarefa
fácil. A oferta de guloseimas nada saudáveis,
mas deliciosas e sempre com ótima aparência,
parece infindável. Os alimentos mais nutritivos
parecem não agradar tão facilmente. A falta
de tempo dos pais dificulta a tarefa de acompanhar cada
refeição com a atenção e
a paciência necessárias. É possível,
no entanto, com estratégias simples que envolvem
a arte culinária, educar as crianças para
que elas passem a apreciar receitas variadas e nutritivas.
Uma
boa abordagem é aproveitar a curiosidade natural
da infância para despertar o interesse por alimentos
saudáveis. Deixar a criança participar
das compras e da hora de fazer a comida permite que ela
conheça os alimentos e se habitue a priorizar
as refeições no dia a dia. E as receitas
que pais e filhos preparam juntos podem ser cheias de
alimentos saudáveis. A pizza, por exemplo, pode
ser feita no pão sírio e levar verduras.
A
estratégia costuma dar bons resultados.
—
Dificilmente, a criança não come aquilo
que ela mesma preparou — explica a nutricionista
Raquel Adjafre.
Por
isso, o estímulo certo para que os pequenos
comam mais verduras e legumes pode estar em uma horta
caseira. Ao manter uma em casa, os pais podem convidar
os filhos a participar. É importante que
eles tenham contato com a comida antes do preparo,
aprendam
a escolher frutas e verduras, peguem, cheirem,
experimentem.
Pensando
em ajudar os pais, a nutricionista Roseli
Rossi lançou o livro Saúde e sabor com equilíbrio,
que traz dicas de educação alimentar além
de 100 receitas saudáveis e simples de fazer,
pensadas para conquistar o paladar infantil. Entre as
sugestões, a autora orienta os pais a investirem
no visual dos pratos e conseguirem diversificar o cardápio
(veja quadro). Outra boa estratégia, segundo Raquel
Adjafre, é buscar inserir elementos que tornem
as refeições mais divertidas.
A
vitamina de abacate, por exemplo, vira o suco do Shrek.
Já o suco de beterraba, das princesas. É preciso,
no entanto, lembrar-se de manter certo equilíbrio
para diferenciar a hora da alimentação
do momento de brincadeira.
Educar
corretamente as crianças sobre alimentação
saudável é essencial para a saúde
durante a infância. Uma má alimentação
nos primeiros anos de vida pode levar a problemas crônicos
de alergia, a um sistema imunológico fraco e prejudicar
o desenvolvimento físico e mental.
—
Outra questão primordial é que os hábitos
alimentares do início da vida influenciarão
a vida adulta — destaca a nutricionista
Roseli Rossi.
Assim,
uma criança que aprendeu a comer bem desde
cedo dificilmente terá problemas em manter hábitos
saudáveis para o resto da vida. Infelizmente o
contrário também é verdade. Muitos
adultos que sofrem para adequar a alimentação
passaram pela infância comendo mal.
— É preocupante o número de jovens e crianças
obesos, com colesterol alto e hipertensão.
São
condições sérias
que podem se agravar com o tempo e
normalmente atingiam pessoas mais velhas — alerta
Roseli.
Além da escolha de alimentos naturais e diversificados,
especialmente frutas e verduras, a nutricionista lembra
a importância de manter uma rotina nas refeições,
com horário certo para cada uma delas. |
OS
BENEFÍCIOS DOS FRUTOS DO MAR
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Os
maiores protagonistas dos pratos de restaurantes do
litoral, principalmente no verão, são
os frutos do mar e os peixes. Saborosos e ricos em nutrientes,
esses alimentos trazem uma série de benefícios à saúde.
Os peixes, em especial, possuem ômega 3, um tipo
de gordura que ajuda a proteger contra doenças
cardiovasculares.
Como
fonte de proteína, os peixes são muito
recomendados pelo baixo teor de gordura, principalmente
quando comparados com a carne vermelha. Em compensação,
segundo a nutricionista do Centro da Obesidade e Síndrome
Metabólica do Hospital São Lucas da PUCRS,
Anália Barhouch, é importante ressaltar
que os peixes são deficientes em ferro, portanto
não deve ser utilizado como única fonte
protéica.
Uma
dieta balanceada precisa variar proteínas
entre peixes, frango e carnes vermelhas de cortes magros.
Os frutos do mar também são boas opções,
mas devem ser consumidos com maior cautela devido aos
níveis de colesterol. Segundo a nutricionista,
a quantidade de calorias também varia muito de
acordo com o tipo de fruto do mar.
—
Os menos calóricos são a ostra, o marisco
e o polvo. Todos os frutos do mar, em especial a lagosta,
o camarão e o siri, são ricos em proteína — explica
Anália.
PEIXES
Peixes são ricas fontes de proteína e de ômega
3. Esse tipo de gordura é extremamente benéfica
para o coração, pois auxilia na diminuição
dos níveis de triglicerídeos e do colesterol
ruim (LDL). Peixes de água fria, como o salmão
e a truta, têm mais ômega 3.
—
Hoje em dia, para aproveitar os benefícios do ómega-3,
recomenda-se o consumo diário de 180g — lembra
Anália.
Os
peixes também são fonte de vitaminas
(A, E, D e niacina) e micronutrientes como ferro, magnésio,
cálcio, fósforo e potássio. Mas é preciso
estar atento ao modo de preparo. Segundo Anália,
quando frito, o peixe perde valor nutricional e aumenta
significativamente o valor calórico.
Energia
(Kcal) em 100g de alimento cozido sem adição
de molhos:
Salmão: 116 kcal -
Atum: 144 kcal
Camarão: 100 kcal
Truta: 189 kcal
Linguado: 87 kcal
Badejo: 131kcal
Merluza: 232 kcal
Sushi ( 8 unidades): 240 Kcal
FRUTOS
DO MAR
Os frutos do mar são ótimas fontes vitaminas
do complexo B e minerais. Todos eles, em especial a lagosta,
o camarão e o siri, também são ricos
em proteínas. Mas é preciso evitar os exageros,
pois alguns apresentam elevado teor de colesterol. Um
exemplo é o camarão, que é rico
em proteínas, cálcio, iodo,
zinco e vitaminas do complexo B, mas
apresenta teor elevado de colesterol.
No
quesito quantidade de calorias, considerando 100g dos
alimentos crus, os campeões são a lagosta
(112 kcal), o siri (107 kcal) e o camarão
(106 kcal).
Os
menos calóricos
são a ostra (59 kcal),
o marisco (74 kcal) e o polvo (82
kcal).
PRESTE
ATENÇÃO
Os cuidados na hora de escolher uma
refeição
que inclua esse tipo de alimento deve ser redobrada.
Segundo a nutricionista, os peixes são extremamente
perecíveis.
:: Escolha locais de boa qualidade
para comprar peixes e frutos do
mar. Higienização e refrigeração
contínua são indispensáveis. Ele
deve ser mantido sob refrigeração ou sobre
uma espessa camada de gelo.
:: Preste atenção na aparência do
peixe: a pele deve estar úmida e aderida à carne.
As escamas precisam estar firmes e brilhantes e a cor
deve ser a característica da espécie.
:: Não compre peixes frescos com odor muito forte. |
NUTRICIONISTA
DÁ DICAS PRA O VERÃO
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Não é preciso recorrer a dietas arriscadas
ou passar longas horas sem ingerir nada para conter as
gordurinhas que teimam em aparecer no verão. Além
de ajudar a manter o peso e perder uns quilinhos, uma
alimentação balanceada garante a saúde
de corpo.
Pensando
nas pessoas que não sabem o que comer
para não engordar e não se sentir "estufado" nessa época
do ano, a nutricionista Ana Paula Leão Rossi,
do Portal Educação, preparou um manual.
—
Esse manual traz dicas práticas para quem ainda
está um pouco confuso em como ter hábitos
saudáveis — explica a nutricionista.
—
Porém, é importante lembrar que o auxílio
de um profissional é fundamental para manter uma
alimentação saudável conforme as
necessidades de cada indivíduo — alerta
Ana Paula.
CONFIRA AS DICAS
AO ACORDAR
Acordar com um copo de água é fundamental
para o trato digestivo. Isso porque durante o sono, o
corpo sente falta de água, assim como de alimentos.
Na sequência, entra a mais importante alimentação
do dia: o café da manhã.
Ele deve ser leve, balanceado e nutritivo, composto de
cereais, como a aveia, carboidratos e fibras, que estão
nas frutas e pães nas versões integrais.
Não se esqueça da bebida. Pode ser um leite
desnatado, iogurtes livres de gordura ou sucos.
DURANTE A MANHÃ
Durante toda a manhã hidrate bem o corpo com muita água.
Os lanches antes do almoço e após devem
ser regados de frutas como maçã ou pêra.
Iogurtes também são aconselhados.
NO ALMOÇO
Na hora do almoço o prato colorido com uma variedade
de salada, minerais e vitaminas é importante.
Procure por folhas verdes, carnes magras e grelhadas.
Leguminosas como feijão, soja ou grão de
bico ajudam na digestão, além do arroz
integral.
LANCHE DA TARDE
Faça um lanche leve durante a tarde. Sanduíches
naturais, biscoitos integrais e frutas são bem-vindos.
NO JANTAR
No jantar, maneirar é essencial. Procure por carne
branca, peixe ou frango, grelhado ou cozido, acompanhada
de salada igualmente cozida, não crua, o que facilitará a
digestão.
ATÉ A HORA DE DORMIR
Até a hora de dormir, cerca de duas horas após
o jantar, pense na ceia. Evite doces, obedeça
seu organismo e procure ingerir fruta. Na hora que estiver
indo para a cama tome um copo de água. E durma
entre sete e oito horas.
PRESTE ATENÇÃO:
Opte por um exercício físico também.
Ele pode ser executado durante a manhã ou a noite,
ajuda a manter a forma e liberar a queima de calorias
indesejáveis. |
ALIMENTAÇÃO
INADEQUADA PODE CAUSAR DOR DE CABEÇA
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Alimentar-se
mau e manter hábitos pouco saudáveis
só aumenta a incidência de dores de cabeça,
principalmente os de dor do tipo enxaqueca. A conclusão
faz parte de um estudo da Academia Americana de Neurologia.
O
estudo foi publicado na revista Neurology. Segundo
os estudiosos foram entrevistados cerca de seis mil
noruegueses
com idades entre 13 e 18 anos. A avaliação
aconteceu por meio de análise clínica e
de um questionário que abordava a prática
de atividade física e a presença ou não
de tabagismo.
Ficou
identificado que o sedentarismo, sobrepeso e tabagismo
estavam associados de forma independente à frequência
de dor de cabeça experimentada pelos adolescentes.
Além disso, esses fatores tinham efeito aditivo:
os que apresentavam dois ou três fatores tinham
mais dor de cabeça do que aqueles que possuíam
apenas um deles.
De
acordo com especialistas, a enxaqueca é uma
disfunção cerebral com forte componente
genético e que sofre grande influência de
fatores ambientais, já que vários estímulos
são capazes de disparar as crises de dor de cabeça.
A resposta a cada estímulo é muito individual
e por isso é desejável que cada indivíduo
identifique os fatores que provocam suas crises e tente
evitá-los. No caso da pesquisa, por exemplo, o
contato com a fumaça do cigarro representa um
forte componente desencadeador.
—
No caso das dores de cabeça como a enxaqueca
e a cefaleia, fatores como limentação
e sedentarismo podem contribuir significativamente
para
o aparecimento destes sintomas em jovens que vêm
apresentando queixas cada vez mais cedo — destaca
a psicóloga e tutora do Portal Educação
Denise Marcon
Outro
ponto sugerido no estudo é que o exercício
físico é um aliado para quem tem crises
de enxaqueca. Os adolescentes obesos, por exemplo, apresentaram
maior crise do que os indivíduos com
peso normal.
Para
os estudiosos, qualquer atitude que promova um melhor
estado de equilíbrio do corpo e da mente pode
ajudar a evitar crises de enxaqueca de quem sofre do
problema. E a estimativa é quantificada pela Organização
Mundial da Saúde. Cerca de 20% das mulheres e
10% dos homens têm enxaqueca. O mal é classificado
como a 19ª colocação de doença
que mais leva à incapacidade funcional das pessoas
em países desenvolvidos. No caso da mulher, ela
fica em 12º lugar. |
ANTES
DE ESCOLHER O RESTAURANTE, SAIBA O QUE OBSERVAR
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Nos
primeiros meses do ano, é registrado grande
número de doenças por conta da ingestão
de alimentos contaminados. Segundo Francisco de Paula,
do Controle de Qualidade (CQ) da Cozil, empresa referência
em cozinhas profissionais, sobretudo no verão,
com a chegada das férias e o aumento do calor,
a tendência é que as pessoas recorram às
refeições fora do lar, em restaurantes
e bares.
O
fato é que, em muitos casos, esses estabelecimentos
não possuem técnicas e equipamentos adequados
de conservação da comida.
Por
isso, os consumidores devem ficar atentos a alguns
cuidados:
01 — Observe a higiene do local
Para evitar problemas causados por alimentos contaminados
ou mal-conservados, o primeiro passo é observar
a higiene do restaurante e as condições
em que são servidos os alimentos. Um exemplo é a
apresentação de saladas nos estabelecimentos
comerciais, principalmente em self-services.
—
As saladas com caldo e que contêm maionese precisam
de refrigeração, o que muitos restaurantes
não fazem. A maioria coloca em temperatura ambiente
e imediatamente serve-as — afirma.
02 — Escolha bem onde comer
Por conta da pressa, muitas pessoas recorrem a estabelecimentos
que oferecem comida preparada rapidamente. Em muitos
deles, há descuido tanto na apresentação
dos alimentos quanto no uso de equipamentos adequados.
Por isso, a dica é optar por restaurantes que
possuam certificado de fiscalização e que
recebam orientação de nutricionistas.
03 — Fique atento aos equipamentos utilizados
De acordo com o especialista, responsável por
cuidar da qualidade dos equipamentos oferecidos a diversos
estabelecimentos comerciais. Ainda é comum, por
exemplo, que locais utilizem equipamentos antigos de
refrigeração dos alimentos.
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Um bolo, para ser melhor conservado e garantir a saúde
do cliente, deve ser colocado em um equipamento adequado — exemplifica.
04 — Fuja dos alimentos com maionese
Outra dica é evitar o consumo de massas e refeições
produzidas com maionese, principais causadores de intoxicação
alimentar. Tanto esses tipos de alimentos, quanto os
lanches naturais, segundo o especialista, devem ser conservados
a temperaturas que variam de 2º a 6º, consideradas “temperaturas
gerais” nas cozinhas industriais. |
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