“High School Musical – O Desafio” participa da Sessão Desconto da Rede Cinemark

O musical High School Musical – O Desafio, de César Rodrigues, está em cartaz na Sessão Desconto da Rede Cinemark no Bourbon Shopping Ipiranga, no BarraShoppingSul e no Canoas Shopping. Até 4 de março, às 15h, o espectador poderá assistir ao longa na promoção pagando apenas R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia) pelo ingresso, em qualquer dia da semana – incluindo sábado e domingo. Olavo - o capitão do time de futebol da escola High School Brasil – está voltando de férias com o pai quando descobre que Renata se mudou para a casa em frente. Tímida e reservada, ela chama a atenção do rapaz já na ida para o colégio. Ali nasce um romance que vai se desenvolver ao longo do ano, enquanto eles descobrem na música um jeito diferente de conhecer novos amigos, estudar e se divertir. Todo o conforto da Rede Cinemark por um preço promocional imperdível. Para conferir toda a programação, basta acessar o site: www.cinemark.com.br.

Serviço:
Bourbon Shopping Ipiranga: Av. Ipiranga, 5200
BarraShoppingSul: Av. Diário de Notícias, 300 –Cristal
Canoas Shopping: Av. Guilherme Schell, 6750


Julianna Margulies recebe o prêmio de melhor atriz no Screen Actors Guild Awards 2010

Após receber o Globo de Ouro na última semana, atriz é premiada novamente por sua atuação como a protagonista de "The Good Wife"

A atriz Julianna Margulies, protagonista da série "The Good Wife", exibida no Brasil pelo Universal Channel, recebeu no último final de semana o prêmio de "Melhor Atriz em Série Dramática" na 16ª edição da premiação do Sindicato dos Atores dos Estados Unidos (SAG - Screen Actors Guild).

O Screen Actors Guild Awards é promovido pelo maior sindicato de atores dos EUA, que elege as melhores produções e elenco da televisão e do cinema. Trata-se da única premiação no qual apenas atores podem votar e ser indicados.


MOSTRA OUTROS MUNDOS

Concebida como uma atividade paralela à realização do Fórum Social Mundial 2010, que acontece em Porto Alegre entre os dias 26 e 31 de janeiro,com entrada franca, a mostra Outros Mundos - O Cinema Contra as Injustiças da Globalização reúne títulos que abordam questões sociais e econômicas relacionadas ao mundo contemporâneo.

De clássicos do cinema político, como o italiano Queimada, de Gilo Pontecorvo, e o brasileiro Iracema, uma Transa Amazônica, de Jorge Bodanzky e Orlando Senna, a filmes de produção recente sobre temas tão distintos como reforma agrária, fome, desemprego, movimentos coletivos e globalização. A mostra é uma contribuição do CineBancários a este grande debate em busca de um mundo melhor que irá mobilizar a capital gaúcha na última semana de janeiro.

Entre os vários destaques da programação, está a estreia de dois filmes brasileiros inéditos em Porto Alegre, o longa Meu Brasil, de Daniela Broitman, e o média metragem Ctrl-V::Video Control, de Leonardo Brant. Ambos os filmes terão sessões comentadas por seus diretores. Daniela Broitman apresenta seu filme na abertura da mostra, dia 26 de janeiro, às 19h. Já na quarta-feira, dia 27 de janeiro, também às 19h, é a vez de Leonardo Brant discutir seu filme com o público.

Outra atração da mostra é uma serie de documentários franceses de temática social cedidos pela Cinemateca da Embaixada da França do Rio de Janeiro, com títulos como Operárias do Mundo, Uma Empresa Decente e o monumental O Fundo do Ar é Vermelho, obra-prima de Chris Marker realizada em 1977, com três horas de duração.

Todas as sessões da mostra Outros Mundos – O Cinema Contra as Injustiças da Globalização tem entrada franca, em três horários diários; 15h, 17h e 19h.


SINOPSES DOS FILMES:
Iracema, uma Transa Amazônica (de Jorge Bodansky e Orlando Senna. Brasil, 1981, 90 min.)

Em 1974, em plena ditadura, quando o governo militar alardeava a propaganda da construção do “Brasil Grande”, Jorge Bodanzky, Orlando Senna e Wolf Gauer filmam Iracema — uma transa amazônica, ficção com uma feição documental que se tornou marco na cinematografia brasileira. O filme faz um contraponto à propaganda oficial da época sobre a Amazônia, revelando as queimadas, o trabalho escravo e a prostituição infantil através da história da menina ribeirinha Iracema que, atraída pela cidade grande e pela lábia do motorista de caminhão Tião Brasil Grande, acaba se prostituindo às margens da rodovia Transamazônica. Proibido durante seis anos no Brasil, recebeu inúmeros prêmios em festivais internacionais. Em 1981, foi o grande vencedor do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro

Mais que a Terra (de Elizeu Ewald. Brasil, 1990, 74 min.) + Estado da Seca (de Adriana Cursino. Brasil, 2007, 18 min.)

Os dois filmes reunidos neste programa mostram a realidade de quem trabalha com a terra no Brasil, uma das questões sociais mais complexas do país e um tema sempre atual. Mais que a terra, primeiro longa de Elizeu Ewald, foi produzido em1990, em pleno desmonte da atividade cinematográfica no país pelo governo de Fernando Collor de Mello, o que o tornou praticamente desconhecido do público. É um dos primeiros longas-metragens de ficção a focalizar as invasões de terras improdutivas em prol da reforma agrária nas fronteiras da Amazônia e os problemas sociais, econômicos e políticos decorrentes dessas invasões. A busca por uma vida melhor impulsiona o filme, mas é a terra, sua conquista e sobrevivência, o tema central.

O documentário Estado de Seca, realizado quase 20 anos depois em Minas Gerais, também trata da questão agrária; no caso, da sobrevivência econômica de uma comunidade a partir do programa Bolsa Família.

À Margem do Concreto (de Evaldo Mocarzel. Brasil, 2005, 80 min.) + Casa de Cachorro (de Thiago Villas Boas. Brasil, 2001, 26 min.)

À Margem do Concreto e Casa de Cachorro são retratos marcantes da questão habitacional no Brasil contemporâneo. O primeiro assume a linguagem do documentário de reportagem para falar dos movimentos urbanos de ocupação de moradias, com fortes imagens de operações de despejo.

O curta-metragem Casa de Cachorro descobre um grupo de famílias que usa os canteiros de uma via expressa de São Paulo como local de moradia e trabalho, produzindo casas de cachorro em carpintaria. A justaposição dos depoimentos dos fregueses e dos moradores compõe um pequeno retrato — de cunho político — da exclusão social no Brasil.

Encontro com Milton Santos ou o mundo global visto do lado de cá (de Silvio Tendler. Brasil, 2006, 90 min.)

O filme trata do processo de globalização com base no pensamento do geógrafo Milton Santos, que, por suas idéias e práticas, inspira o debate sobre a sociedade brasileira e a construção de um novo mundo.

Meu Brasil (de Daniela Broitman. Brasil, 2007, 70 min.)

O que leva alguém a lutar contra todos os tipos de discriminação, enfrentando intensa pressão do tráfico de drogas e de partidos políticos, com o único objetivo de melhorar a condição de vida de sua comunidade? “Meu Brasil” se propõe a responder esta questão acompanhando o difícil dia-a-dia de três líderes comunitários.Gaúcha, cujo sonho era ser cantora, vem do Rio Grande do Sul para o Rio de Janeiro à procura de uma vida melhor. Trabalhando como cozinheira na casa da família de Irineu Marinho, ela começa a se politizar. Já o carismático instrutor de mergulho Carlos, depois de sofrer uma grande desilusão amorosa, tenta reerguer sua auto-estima promovendo ecologia e cidadania nas favelas. Enquanto isso, a corajosa travesti Juliana luta pela implementação do terceiro banheiro na pequena cidade de Três Rios. Em busca de seus ideais, eles embarcam para Porto Alegre com outros 30 líderes comunitários numa surpreendente jornada ao Fórum Social Mundial, o maior evento global sobre temas relacionados à justiça social.Apresentando: 33 líderes comunitários, Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Presidente Hugo Chávez, Eduardo Galeno, José Saramago, Ignácio Ramonet, Gliberto Gil, Frei Betto e Leonardo Boff.

O fundo do ar é vermelho (Le Fond de L'Air est Rouge, de Chris Marker. França, 1977, 180 min.)

As esperanças e as decepções suscitadas pelos movimentos revolucionários de 68 no mundo inteiro. Desde o regime chinês ao cubano, passando pela Primavera de Praga ou os movimentos estudantis e operários franceses, Marker nos relembra constantemente que não se pode simplificar o que nada tem de simples: as manifestações populares, os movimentos da política, os rumos incertos da História e da sociedade. O filme é composto por duas partes: "As mãos frágeis"e "As mãos cortadas", ambas com 90 min (versão de 1998).

Operárias do Mundo (Ouvrières du Monde, de Marie-France Collard. França/Bélgica, 2000, 57 min.)

No outono de 1998, a marca Levi’s anuncia a sua intenção de reestruturar as suas atividades na Europa, transferindo para o exterior seus locais de produção. Na Bélgica e na França, operárias vivem seus últimos meses de trabalho na fábrica, enquanto que na Turquia, nas Filipinas e na Indonésia outras operárias lhes fazem, involuntariamente, uma concorrência fatal, sem no entanto recolher os respectivos frutos. Ao ritmo de seus combates e negociações, do sofrimento dos derradeiros momentos e do medo do futuro, um sentimento de impotência persiste, face à lógica implacável da globalização econômica. É um documentário emocionante, que tem por objetivo devolver a humanidade e a dignidade dessas mulheres que lutam pelos seus direitos. Premios:
Prix Jean Lods des Grands Prix Scam, 2001
Prix du Public 11éme Festival du Film de Femmes à Cologne, 2002
Prix du Public Festival International Dignité et Travail à Gdansk, 2004
Prix du meilleur documentaire au Festival de vidéo à Thème social de Liège, 2005

Uma Empresa Decente (A Decent Factory, de Thomas Balmès. França/Finlândia, 2004, 79 min.)

Ter lucros ou guiar-se por princípios morais ? A questão é crucial para uma empresa como a Nokia, que está transferindo a sua produção para a China, país em que a mão de obra é barata. Seu “ especialista em civilidade ” visita, então, a fábrica chinesa para ver como se organiza o seu fornecedor e sobretudo para tentar remediar as conseqüências da transferência de mão de obra para o exterior : corrupção, direitos humanos, higiene e habitação deixados de lado. Mas, o que é uma empresa correta ? Se as multinacionais têm tentado, desde há pouco tempo, se dotar de uma nova imagem ética, a questão da responsabilidade social estendida aos serviços terceirizados permanece sendo um dos grandes desafios da globalização.

Queimada (Burn! / The Mercenaryde, de Gilo Pontecorvo. França/Itália, 1969, 115 min.)
No século XIX um representante inglês é mandado para uma ilha do Caribe que se encontra sob domínio português, para incentivar uma revolta para favorer os negócios da coroa inglesa. Dez anos depois ele retorna, para depor quem ele colocou no poder, pois o momento econômico exige um novo quadro político na região.

Globalização, Violência ou Diálogo (Mondialisation, violence ou dialogue?, de Patrice Barrat. França, 2002, 52 min.) + Por um Comércio Equitativo (Vers un commerce Équitable, de Jean Lefaux e Martine Bou. França, 1999, 47 min.)

Após os violentos eventos de Seattle e Gênova, por ocasião das cúpulas do G8, vêm o 11 de setembro e suas repercussões mundiais. A ideologia do Bem contra o Mal, a de uma guerra entre diferentes culturas e o confronto entre religiões também se enquadram no âmbito da globalização. Em Globalização... encontramos uma reflexão sobre o início do nosso século pois, embora as oposições entre partidários e contestadores da globalização sejam apenas verbais, não deixa de ser verdade que as visões antagonistas entre “a sociedade civil” e “os poderes instituídos” são tão generalizadas que o nosso mundo pode vir a cair na armadilha de forças que o paralisarão.

Premios:
Sélectionné aux Festival du Film de Shanghaï, 2002
CinemAmbiente, Festival du Film Environnemental, Italie, 2002
7ème Festival du Film Environnemental, Turquie, 2003
Rencontres Médias Nord-Sud, 2003
Festival de Bombay, WSF, 2003.

O documentário Por um Comércio Equitativo dá a palavra aos protagonistas da produção de cacau e nos apresenta o “ comércio eqüitativo ” como uma outra via possível para a economia mundial, baseada em regras e valores mais humanos. Embora o planeta se enriqueça cada vez mais, a economia dos países do Sul não consegue erradicar o círculo vicioso da miséria, sendo excluída do mercado mundial. Frente a uma economia neoliberal submetida de facto às flutuações aleatórias do mercado, um certo número de pessoas decidiram instaurar uma maior eqüidade entre produtores e consumidores.


CINESUL ABRE INSCRIÇÕES PARA SUA 17ª EDIÇÃO

De 20 de janeiro a 20 de março estão abertas as inscrições para o Cinesul 2010 – 17° Festival Ibero-Americano de Cinema e Vídeo, que acontece no Rio de Janeiro de 15 a 27 de junho. Para a mostra competitiva poderão se inscrever obras em qualque suporte de ficção ou documentais divididas nas seguintes categorias: longa-metragem (mais de 61 minutos) e curta e médias-metragem (até 60 minutos). Os trabalhos deverão ter sido finalizados entre 2008 e 2010 e não devem ter sido exibidos em salas comerciais brasileiras ou na televisão aberta. Um filme que já tenha sido inscrito, porém não tenha sido selecionado, pode se inscrever novamente. E não há número limite de inscrições de um mesmo realizador. O Cinesul terá exibições no Centro Cultural do Banco do Brasil, Centro Cultural Correios, Cinemateca do MAM, Ponto Cine e nos pólos de exibição no interior do estado do Rio de Janeiro.

As inscrições vão até o dia 20 de março e devem ser feitas em formulário disponível no site www.cinesul.com.br . Até a data de postagem do dia 20 devem ser encaminhados por correio os seguintes materiais: ficha de inscrição devidamente preenchida e assinada pelo realizador ou produtor; e uma cópia do filme ou vídeo proposto no formato DVD (região zero ou 4). O endereço é Pulsar Artes & Produção /Cinesul 2009 (Rua da Lapa, 200 – sala 201 – Centro – Cep: 20021-180 - Rio de Janeiro – Brasil).

A ficha de inscrição deve também ser enviada por e-mail para o endereço festivalcinesul@gmail.com O prazo limite para o recebimento dos trabalhos é 20 de março. A confirmação do recebimento da inscrição será através de e-mail. O resultado da seleção será comunicado a todos os participantes a partir do dia 22 de abril, também por correio eletrônico. O regulamento completo está disponível no site do festival.


CIDADÃO BOILESEN abre a programação 2010 do CineBancários

O CineBancários retoma sua programação de 2010 com o elogiado documentário Cidadão Boilesen, que fez sucesso em sua pré-estreia em outubro de 2009.

Vencedor do mais importante festival de documentários da América Latina (É Tudo Verdade 2009) “Cidadão Boilesen” revela como o empresariado brasileiro financiou a tortura durante o regime militar. Através da surpreendente vida de Henning Boilesen, o documentário revela a ligação política e econômica entre civis e militares no combate à luta armada durante o regime militar.

“Cidadão Boilesen” é um documentário que foca a vida e o tempo de Henning Albert Boilesen, ex-presidente da Ultragaz, assassinado pela guerrilha em São Paulo, no dia 15 de abril de 1971. Boilesen, um dinamarquês naturalizado brasileiro, estava intimamente ligado a Operação Bandeirante (Oban), grupo paramilitar criado pelo II Exercito para combater os guerrilheiros que lutavam contra a ditadura militar brasileira.

Dirigido por Chaim Litewski, chefe do departamento de cinema e vídeo da ONU, o filme traz revelações inéditas e históricas através de entrevistas com Fernando Henrique Cardoso, Celso Amorim, Jarbas Passarinho, Erasmo Dias, Dom Paulo Evaristo Arns, Coronel Brilhante Ulstra, Eugenio da Paz (guerrilheiro que deu o tiro de misericórdia em Boilesen), Henning Boilesen Jr. e muitas outras pessoas, entre militares, historiadores e ex-combatentes. “Cidadão Boilesen” conta também com imagens do acervo particular da família, documentos do SNI, da CIA e da embaixada britânica, revelando fatos guardados a sete chaves até hoje.

Cidadão Boilesen (Brasil/ 2009, 92 min.) - Documentário. Direção de Chaim Litewski. 12 anos.

EM CARTAZ
De 8 a 24 de Janeiro
Sempre às 15h | 17h | 19h

Ingressos: R$ 5,00 e R$ 2,50 para idosos, estudantes e bancários sindicalizados.


CineSemana mostra o Brasil caricatural do cinema de Hollywood

Em tom bem-humorado, CineSemana, jornal semanal sobre cultura e entretenimento, chega aos cinemas hoje trazendo uma matéria sobre a mistura aleatória de crenças, equívocos e imagens folclóricas que costumam compor o retrato do Brasil no cinema internacional. Para celebrar esta confusão, o jornal elaborou uma caricatura da caricatura, exacerbando os erros mais comuns e os absurdos que aparecem nos filmes de Hollywood quando fazem algum tipo de referência ao cenário brasileiro.

Na edição 111, o leitor também confere uma matéria sobre os pratos típicos e sabores variados que estão sempre presentes na tradicional ceia de Natal. Na capa, o destaque vai para a estreia mundial de Avatar, um dos filmes mais aguardados dos últimos tempos. Além de marcar o retorno de James Cameron à direção 12 anos depois de Titanic, o longa de ficção científica promete utilizar o 3D para revolucionar a maneira de fazer – e assistir – cinema. E mais: a programação completa dos filmes em cartaz no GNC Cinemas e o roteiro cultural da semana no Rio Grande do Sul e Santa Catarina.


CineBancários estréia documentário sobre Waldick Soriano

O CineBancários exibe com exclusividade o elogiado documentário Waldick – Sempre no Meu Coração, que marca a estreia na direção da atriz Patrícia Pillar. Trata-se de mais um dos muitos títulos recentes do cinema brasileiro dedicados a personalidades da nossa música popular. O documentário de Patrícia Pillar também confirma outra tendência no atual panorama do cinema brasileiro, a migração de atores consagrados para a direção, a exemplo de Selton Mello (Feliz Natal), Matheus Nachtergaele (A Festa da Menina Morta), Paulo Betti (Cafundó), Malu Mader (Contratempo) e Marco Ricca (Cabeça a Prêmio).

Waldick – Sempre no Meu Coração faz um emocionante retrato de Waldick Soriano (1933-2008), um dos grandes cantores populares do Brasil, que ao longo de sua carreira conquistou uma legião de fãs cultivando uma imagem de cafajeste. Fã confessa do cantor, Patrícia Pillar procura mostrar que há muita qualidade no trabalho de Soriano, geralmente desprezado por intelectuais por ser um ícone da música brega. Depois de fazer uma bem sucedida carreira no circuito de festivais, em sessões geralmente ovacionadas pelo público, surpreendido pelo carisma de Waldick e emocionado com o resgate carinhoso de sua figura por Patrícia Pillar, Waldick – Sempre no Meu Coração agora faz sua carreira nos cinemas.

Direção: Patrícia Pillar
Brasil 2008
Duração: 58 minutos

Em cartaz no CineBancários até o dia 20 de dezembro, em três sessões diárias, às 15h, 17h e 19h.

Ingressos: 2,50 Estudantes. Idosos, Bancários Sindicalizados e Funcionários do GHC
5,00 Inteiras

O CineBancários estará de recesso de fim de ano de 22 de Dezembro a 7 de Janeiro de 2009. As atividades serão retomadas no dia 8 de Janeiro com o Filme Cidadão Boilesen.


Petrobras lança edital de difusão de filmes e festivais de música e cinema

Já estão abertas as inscrições para a seleção pública de Festivais de Música, Festivais de Cinema e Difusão de Filmes de Longa-metragem do Programa Petrobras Cultural (PPC). Será destinado um total de R$ 9 milhões para este edital. O prazo de inscrições que devem ser feitas apenas pela internet, no site http://www.petrobras.com.br/ppc_ termina nos dias 11 de janeiro (festivais) e 1º de março (difusão de filmes) de 2010.

A edição 2009/2010 do PPC selecionará projetos de festivais de música popular e erudita, que serão contemplados com verba total de R$ 3 milhões. Cada projeto poderá ter valor máximo de R$ 400 mil, de acordo com o atendimento às exigências especificadas no regulamento. Em festivais de cinema, os projetos terão de optar por três faixas de valores: até R$ 100 mil, até R$ 200 mil e até R$ 300 mil. A verba total também será de R$ 3 milhões.

O edital de Difusão de Filmes de longa-metragem terá verba de R$ 3 milhões. Cada projeto inscrito poderá solicitar patrocínio no valor máximo de R$ 400 mil.


Inscrições abertas para o Claro Curtas 2009

De 5 de novembro a 30 de janeiro, participantes de todo o Brasil podem se inscrever no Claro Curtas 2009 pelo site www.clarocurtas.com.br. As obras finalistas serão selecionadas e avaliadas por um time de renomados profissionais do audiovisual e de grande contribuição para o cinema brasileiro e mídias digitais: Caio Gullane, Cao Hamburger, Carlos Nader, Dira Paes e Matheus Nachtergaele, com mediação de Sergio Sá Leitão, jurado da edição 2008 do festival. Os R$ 100 mil em barras de ouro serão distribuídos entre os vencedores durante o coquetel de premiação, que acontecerá na última semana de março de 2010, em São Paulo.

“A partir deste ano, adequamos o Festival às premissas do Instituto Claro, reforçando o uso das novas tecnologias em práticas de aprendizagem”, afirma Rodolpho Tourinho Neto, presidente do Instituto Claro e diretor de Assuntos Corporativos da operadora. Os participantes deverão produzir seus vídeos de acordo com o tema “Ser Digital – Aprendizado e transformação na sociedade do conhecimento”. A ideia é ampliar os debates sobre as possibilidades trazidas pelas novas tecnologias, suas formas de expressão e participação no mundo contemporâneo.

O Claro Curtas valoriza a produção audiovisual realizada em curtíssimos formatos a partir de celulares, webcams, câmeras digitais e outros dispositivos móveis. Foi criado para possibilitar a descoberta e a divulgação de talentos. A iniciativa oferece oportunidade e capacitação para que mais pessoas explorem as possibilidades de criar conteúdos diferentes, levando ao público olhares nem sempre presentes nos circuitos convencionais do cinema. Neste ano, os participantes contarão com materiais educativos gratuitos para aprimorar a produção dos vídeos: o site do Claro Curtas disponibiliza para download cinco vídeos tutoriais e um miniguia, que também terá versão impressa e será distribuído a instituições parceiras, ONGs que trabalham com audiovisual e Pontos de Cultura do Programa Cultura Viva do Ministério da Cultura.

Em 2008, o festival abordou o tema “Diversidade e Inclusão”. Foram 1.500 vídeos inscritos em pouco mais de um mês, por participantes de 194 cidades, de 23 Estados do Brasil e mais de 180 mil visitas ao site oficial.

Premiação

O valor total de premiação do Claro Curtas é de R$ 100 mil em barras de ouro. O primeiro colocado recebe R$ 50 mil; o segundo, R$ 30 mil; o terceiro, R$ 15 mil; e o vencedor por voto popular, R$ 5 mil. No final de março de 2010, os dez finalistas vão participar de um workshop exclusivo em São Paulo, ministrado por profissionais da área audiovisual e de novas mídias, promovido em parceria com a Gullane Filmes.

Os ganhadores receberão os valores durante o coquetel de premiação, que acontecerá no final de março de 2010, também em São Paulo. Antes do evento, haverá o Seminário Claro Curtas, que conta com debates abertos ao público sobre o impacto das novas tecnologias digitais móveis nos processos de criação, produção e difusão audiovisual.