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Os
primeiros hominídeos, os Autralopithecines,
dos quais a espécie humana descende surgiram sobre a face da
terra conforme indicam os registros fósseis há aproximadamente
seis ou sete milhões de anos atrás no continente africano.
Nessa caminhada evolutiva da espécie humana e do nosso desenvolvimento
em relação aos processos de se comunicar, mais que um
acessório a comunicação sempre foi essencial para
o nosso curso. Graças às novas formas, traços
e desenhos da comunicação, cada era tem um estilo de
vida e muda radicalmente e significativamente conforme a transformação
do próprio processo com que os indivíduos se comunicam.
Podemos pensar que as emoções estão no quarto
e a linguagem (seja ela falada, escrita, gestual, enfim...) é a
chave para que os indivíduos abram o quarto (suas emoções)
e as comuniquem. O pai da idéia de Aldeia Global, Marshal Mcluhan, introduziu o pensar que o meio é a mensagem, quer dizer, os meios de comunicação (telex, carta, televisão, rádio, enfim) são uma extensão do próprio ser humano. Em outras palavras, a forma como nos comunicamos e o que utilizamos para produzir e reproduzir essa comunicação relata nossas percepções instauradas pelas tecnologias da informação. Nesse sentido podemos entender de várias formas os novos seres humanos que vão se desenvolvendo num novo tear que se passa na comunicação virtual. Das redes sociais, dos aparelhos telefônicos, dos emails, dos chats instantâneos, do fragmento e completude, da descoberta do mundo a partir de bibliotecas mundiais, do ensino a distância, do consumo, a descentralização do saber que era um privilégio das universidades e escolas, do papel do professor, do novo aprendiz, tudo isso tem manifestado incríveis impactos na construção de um novo ser. O antagonismo
da nova comunicação eletrônica é abismal
nesse primeiro momento. Não apenas por gerar excluídos
digitais, tanto no que diz respeito a uma gama de palavras e expressões,
bem como, ao acesso e suas tecnologias. Da mesma forma que a comunicação
virtual se tornou uma grande facilitadora para que estivéssemos
mais próximos, ela tem se mostrado como um grande monstro de
isolamento. Na Era da Informação temos esquecido que
comunicar-se é uma função emocional e que como
função emocional é necessário compartilhar. A função de número cinco das emoções é a nossa marca. Se desenharmos uma árvore, não será a árvore que Van Gogh teria feito, é a nossa. Um abraço e um beijo, não será o que sua santidade o Dalai Lama ou o Papa dariam, será o nosso abraço e o nosso beijo. Três linhas escritas por nós para o colega valem um milhão de vezes mais que uma frase profunda do Kotler sobre comprometimento. O silêncio é uma voz que deve ser escutada. Viva todas as possibilidades que a indústria da beleza tem garantido, mas um rosto que não expressa sentimento, ele é um coração que não fala. Comunicar é emocionar-se. |
4ª Função da Emoção - Curiosidade 3ª Função da Emoção - Inteireza 2ª Função da Emoção -A Conduta 1ª Função da Emoção - Defesa dos estímulos nocivos O que você faz com os seus sonhos? Visão Estratégica - O Entendimento A sua empresa é um castelo de areia? Gestão do sorrir na gestão das pessoas As pessoas a sua empresa, aprendem como? Consultor, o psicanalista de empresas A máxima MAS SE... e o vôo 3054 Selva e Mercado: Ética e Sobrevivência Diversidade, pensamento estratégico e comportamento inovador |
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