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| Gilberto
Freyre - Intérprete do Brasil |
Coordenador
Júlia Peregrino
Curadoria Júlia Peregrino
, Elide Rugai Bastos e Pedro Karp Vasquez
Gilberto
Freyre - Intérprete do Brasil é a
segunda mostra de artes visuais que o Santander
Cultural dedica à Feira do Livro de Porto
Alegre. A primeira homenagem foi criada e realizada
para as comemorações dos 50 anos da
feira, em 2004, com a exposição Olho
Vivo – a arte da fotografia que destacou a
obra do mestre da fotografia mundial, Cartier-Bresson.
A exposição que agora é apresentada
ao público gaúcho - exibida originalmente
no Museu da Língua Portuguesa até
maio de 2008 em São Paulo - reúne
acervo da Fundação Gilberto Freyre
e da coleção de Fernando e Sônia
Freyre exibindo obras e documentos que nunca haviam
saído da Fundação em Recife,
dirigida por Gilberto Freyre Neto.
São
fragmentos significativos da trajetória do
escritor, pinçados no imenso acervo da instituição
que leva seu nome, e que na exposição
buscam instigar os visitantes e novos leitores a
adentrar pelo universo intelectual e pela intimidade
do pai da Antropologia Cultural brasileira. Seja
por meio das primeiras edições de
seus livros até pelas cartas trocadas por
ele com personalidades como Erico Veríssimo
e Carlos Drummond de Andrade, entre outros. É
um acervo histórico, reunido sob a curadoria
de Julia Peregrino, Elide Rugai Bastos e Pedro Karp
Vasquez e apresentado em ambientes cenográficos
de André Cortez.
A
mostra foi pensada para itinerar e tem como objetivo
central instigar novos leitores. Porém, ousada
na sua concepção, pretende, por meio
do universo criativo de Freyre, destacar a riqueza
e a diversidade que estão nas expressões
cotidianas, no valor de pertencer a um lugar, uma
terra, a um trópico. Ao visitar a exposição,
o público terá a sensação
de estar num ambiente íntimo representado
por uma casa com espaços que possibilitam
vários níveis de leitura, numa espécie
de “olhar para si mesmo e para o outro”,
como define André Cortez, cenógrafo
da mostra. Percorrendo os ambientes, é possível
descobrir cadernos de desenhos feitos por Gilberto
Freyre para seus netos, aquarelas e guaches elaboradas
por ele, mas também um desenho do artista
plástico Cícero Dias, datado de 1933,
presente a Freyre, de quem era amigo. O quadro é
uma representação da obra literária
Casa Grande & Senzala. Estes são alguns
exemplos do que a exposição apresenta,
mas como são muitas as facetas do Gilberto
Freyre, a mostra evidencia também o olhar
dele sobre o universo ao seu redor. Revela uma espécie
de lazer por meio da arte, que resultou na produção
de obras ao estilo naif, pelas quais Freyre registrava
a religião, a arquitetura e as questões
raciais, entre outros temas.
Também
está no Santander Cultural uma espécie
de inventário em “obra sonora”,
a partir de um mapeamento realizado por Gilberto
Freyre sobre o impacto da República na sociedade
brasileira. Trata-se de uma pesquisa em todas as
camadas sociais reproduzida em áudio na mostra.
Há também documentos pessoais do escritor,
cardápios de viagens feitas a Portugal, manuscritos
de livros, um vídeo do programa Roda Viva,
da TV Cultura, do início dos anos 80; e aproximadamente
80 originais de livros, destacando trabalhos como
Casa Grande & Senzala, manuscritos de Sobrados
& Mucambos, livros infantis e obras e materiais
ligados ao universo da gastronomia. São peças
exibidas num ambiente contemporâneo, que busca
contextualizar o pensamento de Freyre e questões
da atualidade na sociedade brasileira.
Mais
sobre Gilberto Freyre
Nascido em 1900, em Recife (PE), Freyre formou-se
em Ciências e Letras, no Brasil, e em Ciências
Políticas, nos Estados Unidos, onde viveu
de 1918 a 1922. Passou várias temporadas
na Europa, onde conviveu com artistas – incluindo
brasileiros como Vicente do Rego Monteiro, Tarsila
do Amaral e Victor Brecheret – e iniciou os
estudos de sua obra mais famosa. Foi em Portugal
que começou as pesquisas serviriam de base
para Casa Grande & Senzala, publicado em 1933.
Tão ousado quanto polêmico, Gilberto
Freyre foi reverenciado nos anos 40 e 50 e alvo
de intensa crítica de intelectuais na década
de 60 e 70. Com a exposição Intérprete
do Brasil – Gilberto Freyre, o Santander Cultural
se junta aos estudiosos que, a partir dos anos 80,
têm destacado o caráter pioneiro e
revolucionário dos livros do autor e a sua
contribuição para a análise
da sociedade brasileira.
O
lançamento de Casa Grande & Senzala foi
recebido como uma revolução no estudo
da história brasileira e saudado pelos críticos
e intelectuais mais importantes da época.
A história deixava de ser o relato dos feitos
de famosos e se voltava para a vida cotidiana de
escravos e senhores. Saía dos gabinetes e
salões para entrar nas cozinhas e alcovas,
dando destaque aos prazeres da culinária
e do sexo. Valorizava a herança dos escravos
e criava uma nova imagem para o País, a de
uma nação privilegiada, onde as várias
raças e culturas haviam se amalgamado para
formar uma sociedade mestiça. O livro também
ganhou destaque pela beleza da prosa de Freyre,
apaixonada e voluptuosa, coloquial e oral, muito
longe da frieza geralmente associada aos estudos
sociais. Nem todos, entretanto, aplaudiram Casa
Grande & Senzala. Na época do seu lançamento,
foi taxado de pornográfico e obsceno por
alguns críticos. Exemplares foram queimados
em praça pública em Pernambuco. Por
seu interesse pela cultura popular e africana, Freyre
chegou a ser considerado subversivo. Mais tarde,
nos anos 1960 e 1970, passou a ser criticado por
intelectuais por apresentar de forma idílica
o passado colonial e por defender a existência,
no Brasil, de uma democracia racial.
O
legado de Gilberto Freyre vai muito além.
Sua obra completa reúne 81 títulos,
cuja variedade de temas dá a medida da personalidade
eclética do escritor. Vão desde clássicos
das ciências sociais, como Sobrados e Mucambos
e Problemas Brasileiros de Antropologia; textos
sobre personalidades históricas, como Perfil
de Euclydes e outros perfis; ensaios, crônicas
e artigos de jornal; estudos sobre literatura, urbanismo,
ecologia e culinária; guias das cidades que
amava, Olinda e Recife; discursos proferidos na
Câmara dos Deputados; cartas e suas experiências
como contista, poeta e desenhista.
Freyre
também teve uma destacada participação
como homem público. Em 1924, integrou o movimento
de valorização da cultura popular
conhecido como Centro Regionalista e dirigiu a Semana
Regionalista, resposta nordestina à Semana
de Arte Moderna de 1922. Em 1942, foi preso no Recife,
junto com seu pai, após denunciar atitudes
racistas de um padre alemão. O combate ao
racismo sempre foi uma de suas bandeiras —
em 1954, chegou a apresentar propostas para eliminar
tensões raciais na Assembléia Geral
das Nações Unidas. Os livros do escritor
foram lançados em 14 países e Casa
Grande & Senzala permanece como um dos maiores
best sellers brasileiros, somando 48 edições.
Mas o escritor é hoje pouco conhecido do
grande público. Um dos objetivos da mostra
é ampliar os leitores para além dos
círculos da academia e das Ciências
Sociais.
SERVIÇO:
O que: Gilberto Freyre - Intérprete
do Brasil
Quando: De 01/12 a 15/02/2009 -
De segunda a sexta, das 10h às 19h; Sábado
e domingo, das 11h às 19h
Local: Santander Cultural
- Rua Sete de Setembro, 1028
Quanto:
entrada franca
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| Portugal
Em Um Clic – Colonização Portuguesa no
Rio Grande do Sul |
O
Restaurante Calamares abre mostra de fotografias
especial com os vencedores do concurso Portugal
Em Um Clic – Colonização Portuguesa
no Rio Grande do Sul. O concurso lançado
em agosto de 2007, reuniu trabalhos de fotógrafos
profissionais e amadores, por ocasião do
Dia Internacional da Fotografia.
Portugal
Em Um Clic deu ao primeiro colocado duas passagens
aéreas ida e volta para Lisboa. O segundo
colocado recebeu uma câmera digital e o terceiro
recebeu dois 2 cheques-presente do Restaurante Calamares
no valor de R$ 500 cada. Além dos três
premiados, nove participantes receberam certificado
de Menção Honrosa.
SERVIÇO:
O que: Portugal Em Um Clic –
Colonização Portuguesa no Rio Grande
do Sul
Quando: De 25/11 a 21/12/2008 -
De terça a domingo, das 11h30 às 15h.
De terça a quinta, das 19h30 às 23h30.
Sexta e sábado, das 19h30 a 0h30
Local: Calamares Restaurante
- Avenida Mercedes, 58
Quanto:
entrada franca
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| Colecionáveis |
O
artista plástico Eduardo Vieira da Cunha
apresenta seus trabalhos na mostra Colecionáveis.
Em seus trabalhos Eduardo relaciona sua arte colorida
a objetos que colecionou ao longo de mais de 30
anos de carreira. Objetos como carros, aviões
e trens e brinquedos figuram nas obras que integram
a exposição.
Sobre
o artista
Porto-alegrense,
Eduardo Vieira da Cunha cursou Bacharelado em Artes
Plástica da UFRGS e hoje é doutor
em Artes Plásticas Pela Universidade de Paris.
Particiopu de diversas mostras coletivas e individuais
como o 13º Salão Nacional de Artes Plásticas
no Rio De Janeiro e uma mostra individual na Galerie
Ficher-Rohr na Suiça.
SERVIÇO:
O que: Colecionáveis
Quando: De 24/11 a 29/11/2008 -
De segunda a sexta, das 10h às 19h; Sábado,
das 10h às 14h
Local: Galeria Gestual
de Artes - Avenida Coronel Lucas de Oliveira, 21
Quanto:
entrada franca
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| Escrita
a la Minuta |
Poeta
Keigiro Ueno
Keigiro
Ueno apresenta suas frases e poemas como se fossem
um cardápio de bar, açougue ou padaria.
O porto-alegrense redator publicitário e
grande apreciador a estética de botecos vai
mostra seus painéis poéticos na exposição
Escrita a la Minuta é uma compilação
do que rola no seu blog, no qual publica também
textos autorais como contos e palíndromos.
SERVIÇO:
O que: Escrita a la Minuta
Quando: De 18/11 a 13/12/2008 -
De terça a sábado, das 19h às
0h
Local: Gibi Bar Bruschetteria
- Rua Bento Figueiredo, 72
Quanto:
entrada franca
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| Casasubu |
Artista
Plástico Vera Chaves Barcellos
A
mostra Casasubu apresenta 86 imagens criadas pela
artista Vera Chaves Barcellos a partir de fotografias
feitas na praia de Ubu, no Espírito Santo,
em 2006. A artista fotografou fachadas de casas
que lhe chamaram a atenção devido
à mistura de materiais utilizados em sua
construção, e que eram, na sua maioria,
de resultados esteticamente bastante discutíveis.
Fez isso por mera curiosidade, mas ao examinar o
resultado do conjunto das fotos, ocorreu-lhe fazer
mais imagens das casas misturando umas com outras,
uma idéia certamente sugerida pelas próprias
casas originais. Muitas vezes não se distinguem
as casas originais daquelas que foram forjadas pela
artista através da manipulação
das imagens.
SERVIÇO:
O que: Casasubu
Quando: De 18/11 a 21/11/2008 -
De terça a sexta, das 8h às 20h
De 24/11 a 12/12/2008 - De segunda a sexta, das
8h às 20h
De 15/12 a 16/12/2008 - Segunda e terça,
das 8h às 20h
Local: Goethe-Institut
Porto Alegre - Rua Vinte e Quatro de Outubro, 112
Quanto:
entrada franca
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| Memória
Visual de Porto Alegre |
O
Museu de Comunicação Social Hipólito
José da Costa realiza a itinerância
da exposição Memória Visual
de Porto Alegre e as transformações
da cidade-1880-1960, resultado de um projeto realizado
no acervo fotográfico do Museu em 2006 e
2007. Teve como objetivo a construção
de uma base de dados e imagens sobre a cidade de
Porto Alegre com duas mil imagens sobre Porto Alegre,
para qualificar o acesso ao singular acervo imagético
que está sob sua guarda.
A
exposição é uma seleção
do acervo do Museu, composto de diferentes tipos
de materiais fotográficos produzidos no período
que compreende 1880 a 2006, são coleções
de diversas procedências e um arquivo produzido
pela Assessoria de Comunicação Social
dos Governadores (Arquivo do Palácio Piratini),
entre 1947 e 2006 (o arquivo é atualizado
após cada mandato governamental). São
cerca de quinhentas mil imagens, a maioria em filmes
fotográficos 120 e 35mm.
O
resultado do projeto poderá ser apreciado
também, na projeção de imagens
do livro Memória Visual de Porto Alegre.
O livro foi organizado por Denise Stumvoll e Naida
Menezes, apresenta 230 imagens da cidade, nos seguintes
núcleos temáticos –transformações
urbanas, trabalho, manifestações políticas,
sociabilidade e história da fotografia, e
estará à venda na loja do Museu da
PUCRS.
SERVIÇO:
O que: Memória Visual de
Porto Alegre
Quando: De 11/11 a 25/01/2009 -
De terça a domingo, das 9h às 17h
Local: Museu de Ciências
e Tecnologia da PUCRS - Avenida Ipiranga, 6681
Quanto:
R$ 11
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| Coisas
Inúteis |
Fotografia
Leopoldo Plentz
O
que é reles, o que não conta mais,
o detrito mais rasteiro da nossa vida cotidiana,
seja uma embalagem de chiclete, uma bisnaguinha
vazia ou o que restou de um maço de cigarro,
é levado para o primeiro plano em Coisas
Inúteis, exposição do fotógrafo
Leopoldo Plentz. São 25 imagens produzidas
ao longo de quase um ano.
Reconhecido
nacionalmente pelo seu trabalho em fotografia, geralmente
em preto-e-branco, Leopoldo aproxima-se da pintura
com essa nova série. Faz uso da cor e do
grande formato. O ensaio é decorrente de
outro, em que ele andava de cabeça baixa,
fotografando pequenos objetos que se grudavam às
mantas de asfalto na ruas de Porto Alegre. Um passo
adiante, o autor passou a recolher esses pequenos
entulhos diários e, em lugar de fotografá-los,
passou a escaneá-los no computador, superampliando
as imagens, sempre como fundo preto.
SERVIÇO:
O que: Coisas Inúteis
Quando: ta, das 10h30 às
19h; Sábado e domingo, das 10h às
13h30
De 17/11 a 22/11/2008 - De segunda a sexta, das
10h30 às 19h; Sábado, das 10h às
13h30
Local: Bolsa de Arte de
Porto Alegre - Rua Quintino Bocaiúva, 1115
Quanto:
entrada franca
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| Ao
invés de lápis e pincéis |
Fotografia
Beatriz Röhnelt, Regina Castro, Ruth Krug,
Lydia Kulesza, Malixe Bassani, Lídia Félix
e Anabela Peixoto
A
exposição Ao invés de lápis
e pincéis;, do Grupo ‘N’ Caminhos,
da capital apresenta o trabalho com fotografias
do grupo de artistas plásticas Beatriz Röhnelt,
Ruth Krug, Lydia Kulesza, Regina Castro, Malixe
Bassani, Lídia Félix e Anabela Peixoto.
SERVIÇO:
O que: Ao invés de lápis
e pincéis
Quando: De 10/11 a 21/11/2008 -
De segunda a sexta, das 9h às 20h
Local: Café Concerto
- Teatro do SESC - Avenida Alberto Bins, 665
Quanto:
entrada franca
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| 15
anos da Cadica Compañia de dança no Teatro do
CIEE |
Cadica
Compañia de Dança apresenta o espetáculo
2ª edição “15 anos!”.
O show apresentará uma retrospectiva, em
grande estilo, dos principais momentos da carreira
da coreógrafa e bailarina Cadica Costa junto
ao seu grupo de dança.
Devido ao sucesso de público que tivemos
no dia 15 de outubro no Theatro São Pedro
vamos repetir o espetáculo de comemoração
dos 15 Anos da Cadica Compañia de Dança,
no próximo dia 15 de Novembro de 2008, às
21h, no Teatro CIEE.
A cenografia será grandiosa, com 15 porta
retratos em cena onde cada um representa um ano
do grupo . “Quero definir bem que nos 15 anos
tivemos diferentes espetáculos, que foram
montados para teatro, e que paralelamente fizemos
um número enorme de Shows para eventos especiais
e importantes”, completa Cadica. O espetáculo
terá 45 bailarinos, atuais e ex-integrantes
do grupo. No palco serão remontados trechos
dos espetáculos de sucessos como: “La
gran Torada”, "Viaje com Cadica",
“Parceiros”, “Com Alma Y Corazon”,
“Toma que Toma” “ Dançando
no Circo”, entre outros. Também terá
trabalhos das coreógrafas Clarissa Pesce,
Cláudia Cunha, Yara castro, e Yanina Martinez
entre outros. A duração é de
aproximadamente 90 minutos.
SERVIÇO
Espetáculo “15 Anos!”, Cadica
Compañia de Danças
Onde: Teatro CIEE(Av. Dom Pedro II, 861) Veja o
mapa de localização em anexo.
Quando: 15 de novembro de 2008.
Horário: 21 hs
Estacionamento no local
INGRESSOS
PLATÉIA BAIXA-R$ 40,00
PLATÉIA ALTA- R$ 35,00
MEZANINO- R$ 30,00
CAMAROTES- R$ 20,00
Venda dos Ingressos
Venda antecipada e no dia até 16 hs: Cadica
Danças e Ritmos-Gal Caldwell 866 Bairro Menino
Deus
Venda no dia: Na bilheteria do Teatro a partir das
18h
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| Ariano
Suassuna: Iluminogravuras – a Estética Armorial |
Artista
Plástico Ariano Suassuna e Alexandre
Nóbrega
Concepção Liliana
Magalhães
Curadoria Júlia Peregrino
Simultaneamente
à mostra Gilberto Freyre - Intérprete
do Brasil, o Santander Cultural abre em 31 de outubro,
nas galerias superiores do instituto, uma mostra-homenagem
a Ariano Suassuna, dramaturgo, romancista e poeta
brasileiro, que atualmente é secretário
especial da cultura do estado de Pernambuco , em
sua segunda gestão. O projeto, chamado Ariano
Suassuna: Iluminogravuras – a Estética
Armorial , reúne 153 obras: 29 desenhos,
10 iluminogravuras, 10 xilogravuras e 104 ferros
de marcar boi que formam o chamado alfabeto armorial,
revelando um Suassuna menos conhecido, o artista
gráfico.
Parte
de sua obra chega ao público gaúcho
por meio de trabalhos considerados tão raros
quanto originais. Os ferros de marcar gado são
vistos por Ariano como elementos de uma heráldica
brasileira e popular. Originalmente atribuído
ao “conjunto de insígnias, brasões,
estandartes e bandeiras de um povo”, a palavra
armorial ganhou, por meio de Suassuna, um novo significado:
passou a designar criações que buscavam
nas tradições populares brasileiras
– a literatura de cordel, os poemas dos cantadores,
a xilogravura, e os estandartes e danças
dos folguedos – os elementos para a construção
de uma arte erudita essencialmente nacional .
Tanto
este estudo dos símbolos da chamada “civilização
do couro” quanto as iluminogravuras estão
ligados ao Movimento Armorial proposto por ele em
1970. Iluminogravura é uma técnica
mista de gravura com pintura, daí o neologismo
(iluminura+gravura). O termo designa um objeto artístico
que alia as técnicas da iluminura medieval
aos modernos processos de gravação
em papel. A iluminura, originada nos mosteiros era
um tipo de pintura realizado sobre as páginas
dos códices, ou seja, dos livros escritos
a mão.
Na
mostra-homenagem, são apresentadas iluminogravuras
datadas de 1985, ano em que o dramaturgo produziu
uma caixa de dez pranchas, intitulada Sonetos de
Albano Cervonegro, e com tiragem de 50 exemplares.
O processo foi semelhante ao que já havia
feito cinco anos antes, numa série pioneira
intitulada Sonetos com Mote Alheio.
Já
os ferros compõem um alfabeto sertanejo,
criado por Ariano a partir dos símbolos utilizados
por famílias nordestinas para marcar o gado.
Depois de ler o pioneiro estudo de Gustavo Barroso
sobre o tema, o escritor encontrou os registros
do antepassado Paulino Vilar sobre os ferros usados
pela família. A partir destas notas, estudou
os seus significados simbólicos, como eram
transmitidos de pai para filho e as alterações
que sofriam ao longo do tempo. O resultado da pesquisa
está no livro Ferros do Cariri — Uma
heráldica sertaneja, escrito por Ariano em
1974. Com a publicação, Ariano, Ricardo
Goveia de Melo e Giovana Caldas, adaptaram a tipografia
armorial: 25 letras de um alfabeto compostas pelo
escritor a partir das formas dos ferros (troncos,
cruzes, puxetes, mossas e pés-de-galinha).
Ariano
Suassuna, aos 81 anos, tem sido festejado e reconhecido
como um dos mais importantes dramaturgos brasileiros,
principalmente pelo célebre Auto da Compadecida,
de 1955. Premiada desde as primeiras encenações,
a peça o projetou não só no
País como foi traduzida e representada em
nove idiomas, além de ser adaptada com enorme
sucesso para o cinema e para a TV. Seu Romance da
Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do
Vai e Volta, publicado originalmente em 1971, foi
relançado em 2005 e teve sua segunda edição
esgotada em menos de um mês – algo raro
para um volume de quase 800 páginas.
Filho
de João Suassuna e de Rita de Cássia
Villar, Ariano estava com um pouco mais de três
anos quando seu pai, que havia governado o Estado
no período de 1924 a 1928, foi assassinado
no Rio de Janeiro, em conseqüência da
luta política às vésperas da
Revolução de 1930. No mesmo ano, sua
mãe se transferiu com os nove filhos para
Taperoá, onde Ariano fez os estudos primários.
No sertão paraibano, ele se familiarizou
com os temas e as formas de expressão que
mais tarde vieram a povoar a sua obra.
Em
1942, a família se mudou para Recife, onde
os seus primeiros textos foram publicados nos jornais
da cidade, enquanto ainda fazia os estudos pré-universitários.
Em 1946, iniciou a Faculdade de Direito e se ligou
ao grupo de jovens escritores e artistas que tinha
à frente Hermilo Borba Filho, com o qual
fundou o Teatro do Estudante Pernambucano. No ano
seguinte, Ariano escreveu sua primeira peça,
Uma Mulher Vestida de Sol, posteriormente premiada.
Foi
membro fundador do Conselho Federal de Cultura,
do Conselho Estadual de Cultura de Pernambuco e
diretor do Departamento de Extensão Cultural
da Universidade Federal de Pernambuco – UFPE.
Suassuna sempre se interessou pelo desenvolvimento
das formas de expressão populares tradicionais,
o que o levou a lançar o Movimento Armorial
em 1970. O escritor também foi Secretário
de Educação e Cultura do Recife de
1975 a 1978. Doutorou-se em História pela
Universidade Federal de Pernambuco em 1976 e foi
professor da UFPE por mais de 30 anos, onde ensinou
Estética e Teoria do Teatro, Literatura Brasileira
e História da Cultura Brasileira.
SERVIÇO:
O que: Ariano Suassuna: Iluminogravuras
– a Estética Armorial
Quando: De 31/10 a 02/11/2008 -
Sexta, das 10h às 19h; Sábado e domingo,
das 11h às 19h
De 03/11 a 15/02/2009 - De segunda a sexta, das
10h às 19h; Sábado e domingo, das
11h às 19h
Local: Santander Cultural
- Rua Sete de Setembro, 1028
Quanto:
entrada franca
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| Graziela,
brasileira, viúva, RG 1023330102 |
Fotografia
Leonardo Remor , Marcus Duprat , Rafael Rech , Ana
Porto Alegre , Rodrigo Góes , Marco Antônio
Filho, Guilherme M. Pacheco e Anna Carolina Oliveira
O
projeto da exposição surgiu durante
o curso de extensão Construção
de Portfolio, tutorado por Jacqueline Joner. A intenção
do trabalho era aplicar diferentes olhares e conceitos
sobre um mesmo objeto, no caso, a modelo Graziela,
em um mesmo território: um casarão
antigo no centro de Porto Alegre.
Assim,
temos os retratos conceituais de Ana Porto Alegre
e seu "Jardim", onde o cultivo da auto-imagem
aparece na forma de membros plantados no solo.
Anna
Carolina de Oliveira explora as formas da modelo,
em contraste com as linhas arquitetônicas
frias.
Guilherme
Pacheco busca uma alegoria para a vaidade humana,
buscando sempre imagens onde o corpo mostra-se como
algo ilusório.
Leonardo
Remor retrata uma mulher que se esconde sob a maquiagem,
utilizando-se de sombras e silhuetas para criar
o clima obscuro de suas obras.
Marco
Antonio Filho inspira-se em passagens bíblicas
para criar um Cristo sensual e feminino.
Marcus
Duprat nos apresenta uma mulher enclausurada em
sua própria insanidade, presa à angústia
da vida em um ambiente claustrofóbico.
Rafael
Rech transforma Graziela em um ser envolvido na
sujeira, dividida entre a beleza de flores e a podridão
dos restos humanos.
Rodrigo
Góes explora o detalhe, a beleza das pequenas
imperfeições de um olhar próximo
e inusitado.
SERVIÇO:
O que: Graziela, brasileira, viúva,
RG 1023330102
Quando: De 28/10 a 09/11/2008 -
De terça a domingo, das 9h às 21h
Local: Usina do Gasômetro
- Avenida Presidente João Goulart, 551
Quanto:
entrada franca
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| Criação
e resistência |
Um retrato colorido e bem-humorado
da Feira do Livro em exposição no
Bistrô do MARGS, por meio de 15 cartuns da
coleção dos Grafistas Associados do
Rio Grande do Sul. A mostra Acervo Grafar apresenta
trabalhos de Bier, Cristiano, Edgar Vasques, Eugênio
Neves, Guazelli, Hals, Juska, Kayser, Lancast, Moa,
Ronaldo, Santiago, Vilanova, Ubert e Wagner Passos,
que retratam cenas das tradicionais barracas da
Feira, de divertidas viagens sugeridas pela literatura,
de personagens lendo em situações
cotidianas e outras divertidas apropriações,
que unem a imagem do livro aos gourmets, às
caravelas, às crianças e outras associações
fantásticas. A Grafar foi Fundada na década
de 80 com o objetivo de reunir e difundir o trabalho
de artistas gráficos no Estado, e conta com
mais de 100 cartunistas, chargistas, caricaturistas,
ilustradores e quadrinistas.
SERVIÇO:
O que: Acervo Grafar
Quando: De 30/10 a 02/11/2008 -
De quinta a domingo, das 10h às 19h
De 04/11 a 30/11/2008 - De terça a domingo,
das 10h às 19h
Local: Café do MARGS
- Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli
(MARGS)
Praça da Alfândega, s/n°
Quanto:
entrada franca
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| A
Medicina através dos selos |
Visualizar
a história a partir de diversos pontos de
vista não é mais novidade. Cada vez
mais é dada atenção para materiais,
documentos e experiências que antes não
eram reconhecidas como portadoras de memória.
Os selos enquadram-se nessa nova visão, sendo
considerados como fonte histórica. Esse material
permite questionar e entender, a partir da data
e do país onde foram produzidos, por exemplo,
o que acontecia na época da sua emissão,
além de mostrar que, muitas vezes, um mesmo
acontecimento podia receber um destaque diferente,
conforme cada sociedade e cada contexto histórico.
A
exposição A Medicina através
dos selos retrata a importância dada ao longo
dos tempos a personalidades e fatos históricos
relacionadas à Medicina.
SERVIÇO:
O que: A Medicina através
dos selos
Quando: De 27/10 a 15/02/2009 -
De segunda a sexta, das 12h às 20h; Sábado
e domingo, das 15h às 20h
De 16/02 a 20/02/2009 - De segunda a sexta, das
12h às 20h
Local: Sala Rita Lobato
- Museu de História da Medicina do Rio Grande
do Sul (MUHM) - Avenida Independência, 270
Quanto:
entrada franca
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| Criação
e resistência |
Artista
Plástico Clara Pechansky, Coleção
Cenilda Ribeiro, Coleção Frontino
Vieira, Coleção Luiz Guides e Coleção
Natália Leite
Curadoria Liana Timm
Tema
da mostra, com curadoria de Liana Timm, é,
como se supõe pelo nome, a criação
e a resistência.
A
exposição exibe quatro coleções
representativas do Núcleo de Atividades Expressivas
Nise da Silveira do Hospital Psiquiátrico
São Pedro, do qual faz parte a Oficina de
Criatividade e seu acervo: Coleção
Cenilda Ribeiro, Coleção Frontino
Vieira, Coleção Luiz Guides e Coleção
Natália Leite. Participa da mostra, como
convidada, a artista plástica, Clara Pechansky.
Segundo
Liana Timm, as obras que compõem a mostra
expressam a potência de vida que, nos corpos
enclausurados, insiste e resiste. “De quando
em quando é preciso dar visibilidade e trazer
à reflexão esses fatos, para não
esquecermos que as diversidades individuais imprimem
às sociedades outros tipos de valores, diz
a curadora".
SERVIÇO:
Mostra Criação e resistência
Quando: De 27/10 a 21/11/2008 - De segunda a sexta,
das 14h às 18h
Local: Espaço Cultural Chico Lisboa
Travessa Venezianos, 19
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| Aranhas:
inimigas ou aliadas? |
A
exposição Aranhas: Inimigas ou Aliadas?
busca desmistificar certas crenças a respeito
do convívio desses animais com os seres humanos.
Aranhas coloridas, aranhas que viajam ao vento por
milhares de quilômetros, que vivem em sociedade
e aranhas canibais são alguns tipos deste
atrópodes que compõem a mostra. Além
disso, imagens microscópicas em ampliações,
aranhas vivas, palestras e a apresentação
do trabalho de pesquisadores em aracnologia fazem
parte do evento.
SERVIÇO:
Mostra Aranhas: Inimigas ou Aliadas?
Quando: De 21/10 a 30/11/2008 - De terça
a domingo, das 9h às 17h
Local: Museu de Ciências e Tecnologia
da PUCRS
Pontifícia Universidade Católica do
Rio Grande do Sul (PUCRS)
Avenida Ipiranga, 6681
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| Paula
Modersohn-Becker e os artistas de Worpswede |
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Vernissage dia 21 de outubro, 19h, Pinacotecas –
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Visitação de 22/10 a 30/11 -
O
Museu de Arte do Rio Grande do Sul
traz para suas Pinacotecas um capítulo à
parte do modernismo clássico em 94 obras
– inéditas no Estado - marcadas por
uma oposição ao formalismo da virada
do século XIX. A mostra Paula Modersohn-Becker
e os artistas de Worpswede apresenta trabalhos do
primeiro expressionismo alemão, no qual Paula
Modersohn-Becker teve atuação fundamental.
Worpswede – uma localidade isolada nas proximidades
de Bremen, Alemanha - é sinônimo de
imagens carregadas de sentimento sobre a paisagem
nórdica. Mas também significou o movimento
de ruptura de jovens artistas, que se distanciaram
de temas acadêmicos em prol de uma visão
da natureza como mestra, e na tentativa de viver,
trabalhar e publicar em conjunto. Gravuras, desenhos
e fotografias de Paula Modersohn-Becker, Fritz Mackensen,
Otto Modersohn, Heinrich Vogeler, Fritz Overbeck
e Hans am Ende – além de publicações
de Rainier Maria Rilke, Oscar Wilde e Iwan Turgenieff
– compõem a exposição,
que já esteve em mais de vinte países
nos últimos dez anos. Recentemente a mostra
foi vista no Museu de Arte de São Paulo –
MASP – e depois de Porto Alegre, segue para
Curitiba, Brasília e outras cidades da América
Latina.
Paula
Modersohn-Becker e os artistas de Worpswede está
sendo organizada com apoio do Governo do Estado,
da Secretaria da Cultura, do Instituto de Relações
Exteriores (IFA) da Alemanha e do Instituto Goethe
de Porto Alegre. Visitação de 22/10
a 30/11, de terças a domingos, das 10h às
19h, com entrada franca.
Serviço
O que: Paula Modersohn-Becker e
os artistas de Worpswede
Onde: Margs, Praça da Alfândega,
s/nº
Quando: 22/10
a 30/11
Quanto: Entrada franca
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| Jorge
Guinle: Belo Caos, retrospectiva inédita do artista |
Jorge
Guinle: Belo Caos é a primeira retrospectiva
póstuma da obra do artista carioca, falecido
há duas décadas. Exposição
abre ao público no dia 10 de setembro, ocupando
o terceiro e quarto andar da Fundação
com 33 pinturas e 20 desenhos.
Separadas por quase três gerações,
a produção artística de Iberê
Camargo e Jorge Guinle marcaram de maneira distinta
o percurso da arte contemporânea no país.
Após a abertura da mostra Iberê Camargo
- Persistência do Corpo esta semana, a obra
dos dois artistas se encontram na Fundação
Iberê Camargo, com a inauguração
da exposição inédita Jorge
Guinle: Belo Caos, que abre aos visitantes de 10
de setembro a 23 de novembro no terceiro e quarto
andar do espaço. A entrada para as exposições
é gratuita.
Com curadoria de Ronaldo Brito e Vanda Klabin, Belos
Caos é um panorama da obra do artista carioca,
apresentando 33 pinturas e 20 desenhos. A mostra
é a primeira a propor uma retrospectiva da
produção de Guinle após sua
morte prematura aos 40 anos de idade, em 1987. Pintor,
desenhista e gravador, Guinle construiu, na breve
trajetória de menos de uma década,
um sólido legado que se tornou referência
na arte brasileira, com obras que imprimem toda
a liberdade, intempestividade e vigor do artista
através das cores vivas, pinceladas anárquicas
e intrincadas referências aos movimentos artísticos
modernos e contemporâneos. “A produção
de Guinle era pulsante, corpórea, demonstrava
toda a potência da vida e por isso acredito
que ele foi um dos grandes responsáveis pela
dessublimação da arte brasileira”,
comenta o crítico e professor de arte Ronaldo
Brito, amigo próximo de Guinle desde a juventude.
Em Belo Caos não há uma organização
cronológica das obras, que datam do início
da década de 80, período em que o
artista assumiu a arte como profissão, até
os últimos anos de vida. “A ordem nesta
mostra é a potência estética.
Há quadros muito fortes, em especial os da
fase final de Guinle, que trazem uma paleta de cores
menor, com prevalência do tom ocre, como em
Macunaíma (1986)”, explica Vanda Klabin,
historiadora e crítica de arte.
Nos quadros de Guinle, sobram energia e autonomia
dos traços, que ora se encontram para sugerir
figuras, ora se expandem para todos os lados de
maneira frenética. O artista, que tinha o
costume de pintar suas telas no chão, utilizava
as cores como o substantivo da obra e não
apenas como meio de imprimir imagens. “Era
um grande colorista, que produziu compulsivamente.
É irônico que sua produção
tenha sido tão breve quanto sua vida”,
aponta Ronaldo. A mostra reúne obras trazidas
de 22 coleções particulares e duas
públicas, do Rio de Janeiro e São
Paulo. Após passar por Porto Alegre, Belo
Caos segue para o MAM, na capital paulista.
Serviço
O que: Exposição
Jorge Guinle: Belo Caos.
Onde: Terceiro e quarto andar de
exposições da Fundação
Iberê Camargo (av. Padre Cacique, 2.000)
Quando: 10 de setembro a 23 de
novembro
Quanto: Entrada franca
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| Pedro
Weingärtner: Obra gráfica |
O
Museu de Arte do Rio Grande do Sul traz para as
Galerias Iberê Camargo e Oscar Boeira uma
exposição que apresenta o traço
de um dos mais notáveis artistas plásticos
do Estado, e um dos mais importantes do Brasil em
seu tempo. Em parceria com o Governo do Estado e
a Secretaria da Cultura, a mostra Pedro Weingärtner:
Obra gráfica reúne 84 desenhos do
artista, e é resultado da ação
coletiva do grupo de pesquisadores Alfredo
Nicolaiewsky, Anico Herskovits,
Cylene Dallegrave, Mário
Röhnelt, Marisa Veeck
e Paulo Gomes, que em 2006 já
haviam trazido a público, em outra mostra
no MARGS, a obra gravada e pouco documentada do
mestre. Na ocasião da abertura de Pedro Weingärtner:
Obra gráfica, no dia 18 de setembro, às
19h, o grupo lança também o livro
homônimo, resultado final do trabalho de catalogação
e análise das obras em papel encontradas
em coleções particulares e instituições,
incluindo gravuras, desenhos, cronologia e bibliografia
sobre o artista. Ocorre ainda no dia 18, às
18h, uma palestra sobre o projeto no Auditório
do MARGS, ministrada pelo grupo de pesquisadores.
As vagas são limitadas a 70 lugares por ordem
de chegada.
Serviço
O que: Pedro Weingärtner:
Obra gráfica
Onde: Museu de Arte do Rio Grande
do Sul, Praça da Alfândega, s/nº
Quando: 19 de setembro a 16 de
novembro, das 10h às 19h
Quanto: Entrada franca
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